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	<title>Blog Ubis Internet e Desenvolvimento Web &#187; Internet</title>
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		<title>Pesquisa analisa importância da web para empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 19:22:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://blog.ubis.com.br/2012/03/pesquisa-analisa-importancia-da-web-para-empresas/">Pesquisa analisa importância da web para empresas</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
Pesquisa analisa importância da web para empresas Veja o post original em : Blog Ubis Internet Estudo feito na Alemanha revela que cerca 50% das organizações são altamente dependente da internet e a consideram de grande influência sobre os negócios &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2012/03/pesquisa-analisa-importancia-da-web-para-empresas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Estudo feito na Alemanha revela que cerca 50% das organizações são altamente dependente da internet e a consideram de grande influência sobre os negócios</p>
<p>De acordo com uma pesquisa recente, a internet tem grande influência sobre a economia da Alemanha. A avaliação feita pela Federação de Ciências da Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (BitKom), em conjunto com o Instituto de Pesquisas Econômicas de Colônia (IW Köln, no alemão), mostrou que uma em cada duas empresas tem uma forte dependência da internet.</p>
<p>&#8220;Para a economia alemã a web é o motor a vapor do século XXI. Ela impulsiona a conjuntura e abre portas para novos campos de negócios&#8221;, afirmou o diretor do IW, Prof. Michael Hüther, ao comentar o resultado.</p>
<p>Aproximadamente 45% das organizações entrevistadas afirmaram que a web influencia tanto o seu relacionamento com os clientes, quanto a cooperação com outras firmas. Em contrapartida, mesmo entre as empresas altamente ou completamente dependentes da rede, 18% ainda estão offline, enquanto cerca de um terço delas diz que a internet tem somente um papel secundário para os seus negócios.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa, empresas de maior afinidade com internet, também são as mais inovadoras e responsáveis por investimentos em pesquisa e desenvolvimento acima da média. Para estas, 32% do faturamento provém de inovações de mercado.</p>
<p>Na opinião do presidente da BITKOM, Dieter Kempf, para que a web desenvolva todo o seu potencial é necessário que se crie condições básicas. Além da expansão das redes de banda larga e mitigação da falta de profissionais qualificados para o setor de tecnologia, é preciso cuidar também das exigências legais, tal como a proteção de dados e dos direitos autorais.</p>
<p>&#8220;Além da digitalização da economia, precisamos focar agora na modernização da infraestrutura&#8221;, afirma Kempf.</p>
<p>Para a pesquisa representativa foram realizadas entrevistas com mais de 2.500 companhias alemãs.</p>
<p>Fonte: http://www.brasilalemanhanews.com.br/Noticia.aspx?id=2043</p>

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		<title>A dinâmica geração Y</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 13:00:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/">A dinâmica geração Y</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
A dinâmica geração Y Veja o post original em : Blog Ubis Internet Se você tem seus vinte e poucos anos, odeia ficar muito tempo no mesmo lugar, atualiza todos os dias seu Twitter ou Facebook e antes dos 30 &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/">A dinâmica geração Y</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Se você tem seus vinte e poucos anos, odeia ficar muito tempo no mesmo lugar, atualiza todos os dias seu Twitter ou Facebook e antes dos 30 deseja extrapolar os cargos de gerência, bem vindo a Geração Y.</p>
<p>Tema amplamente debatido no mundo corporativo, a tal geração divide fervorosas opiniões. De um lado, os que criticam a formatação do pensamento jovem, através de dogmas corporativos que se traduzem em arrogância, egoísmo e displicência. Na outra ponta, os que se impressionam pela capacidade de criatividade, dinamismo e polivalência. Um duelo de gerações que todos os dias ganha novas histórias e protagonistas.</p>
<p><span id="more-400"></span>O TI, principal fomentador dessa geração, também é um mercado onde pode se encontrar alguns exemplos de “jovens Y”. O canal revendedor, por exemplo, já tem de maneira intrínseca o DNA empreendedor – característica marcante da juventude “milionária antes dos 30” – e apresenta desafios diários de crescimento e marketing. É a velha história de “você ser o seu próprio chefe”, sonho de consumo de 11 em cada 10 garotos que desejam ser Mark Zuckeberg ou Biz Stone.</p>
<p>A turma do Y é antenada 24h. A explosão dos smartphones – hoje, já são mais vendidos que computadores – ajudou  a consolidar uma produção e consumo de informações rápidas e superficiais, o que garante uma comunicação diferenciada não só para uso pessoal como para as empresas. O Twitter ou o Facebook são criadores de oportunidades e, como essa geração já é “heavy users” em casa, são eles que vão comandar essas novas ferramentas.</p>
<p>Os distribuidores ainda não entraram de cabeça nessa geração. Até porque é uma parte do mercado que carrega muitas especificidades. Enquanto fabricantes e lojistas falam para um púlbico amplo e heterogêneo, o distribuidor tem um campo restrito. Se contarmos, segundo nossa última pesquisa, que temos 29 mil revendas no Brasil e que dessas quase 30, você trabalhe com 10 mil, por exemplo, sua comunicação deve ser muito focada, sendo o Twitter e o Facebook, ferramentas de massa que buscam um público pulverizado e irrestrito, ao contrário do B2B.</p>
<p>Apesar disso, observamos hoje que quase todos os grandes distribuidores, mesmo que sem atualizações constantes, têm uma conta no site do passarinho azul.</p>
<p>Mas a geração Y deve entrar na distribuição aos poucos, levando um pensamento diferenciado, principalmente na comunicação e no marketing com o cliente. Além disso, a postura desse profissional, internamente pode fazer bem para todo o time de colaboradores, ao passo que esses jovens buscam incessantemente crescimento, e crescimento rápido de preferência. Essa dinâmica muitas vezes é confundida com a tal “arrogância da nova geração” e deve ser gerida por gestores experientes que saibam lidar com a ansiedade dos 20 e poucos anos.</p>
<p>Filhos de uma geração catalisadora de transformações sociais, os novos “mobilizadores” expõem suas ansiedades na rede o que nem sempre se traduz em mudanças efetivas no “mundo real”. Eles construíram um novo way of life online, enquanto no seu trabalho você pega o telefone para resolver algum problema, ele tenta um e-mail ou MSN antes. Ou então, não fique preocupado se ele deixar o smartphone 24 horas online e o seu iPod ligado durante o expediente, as suas necessidades são reflexo do meio social que os cerca, assim como na década de 60 era “obrigatório” ler Marx, hoje, é “obrigatório” ser online, full-time e on-time, como diz o slogan de um jornal carioca.</p>
<p>Se antes, as empresas se preocupavam em buscar bons profissionais no mercado, hoje, a atenção está voltada para a identificação de talentos e desenvolvimento de pessoas na própria equipe. Essa cultura deve se consolidar ainda mais com a chegada da geração Z, sucessora da Y com nascidos a partir de 1990, ao mercado de trabalho. É fundamental que o distribuidor esteja preparado para uma nova formatação de funcionários que está chegando (aliás, já chegou) ao mercado. Conjugar a experiência de profissionais com anos de mercado com a “agressividade” Y é tão complicado quanto importante.</p>
<p>O choque de gerações é inevitável, saber conduzir isso de forma a produzir resultados efetivos e integrados entre toda a equipe é um diferencial que já faz parte do cotidiano corporativo. Com a velocidade latente do mercado, quem não fizer parte dessa transição, já ficou pra trás.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/a-dinamica-geracao-y/">Profissionais de TI</a></p>

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		<title>SEO – Como o Google Trabalha?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 13:10:11 +0000</pubDate>
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SEO – Como o Google Trabalha? Veja o post original em : Blog Ubis Internet Veja dicas de SEO e Como o Google Trabalha para rankear sites! Hoje iremos abordar um assunto ótimo para quem faz SEO, vamos aprender como &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/seo-%e2%80%93-como-o-google-trabalha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Veja dicas de SEO e Como o Google Trabalha para rankear sites!</p>
<p>Hoje iremos abordar um assunto ótimo para quem faz SEO, vamos aprender como o Google trabalha. Vou explicar os elementos do processo de classificação do Google que mais importa para você que realiza ou pensa em fazer SEO em seu site. De primeira impressão pode ser um pouco cansativo entender como o Google Funciona, mais com certeza será um belo aprendizado, pois poucas pessoas no Google sabem disso.</p>
<p>O Google, e os outros motores de busca, usam software automatizado para analisar, ler, comparar e hierarquizar suas páginas da web. Se você é um SEOman precisa saber quais o elementos e fatores que o Google se preocupa, e como esses fatores são importantes em relação uns aos outros. Não se esqueça de clicar no Like e no Botão +1 do Google</p>
<p><span id="more-395"></span></p>
<p>Um dos conceitos importantes que sempre vai se repetir é que o Google utiliza software automatizado para ler, analisar o seu site, ou seja, não são seres humanos e sim algoritmos, programas automatizados para essa tarefa. Então podemos concluir que a parte visual do seu site não tem muita importância para o Google, pode ter importância para você, mais o Google irá ignorar cor, animação, flash, e outros gráficos do seu site, não quero dizer que não é importante, apenas dizendo que o Google não dá relevância. O Google é como uma pessoa cega que ler seu site como se fosse um livro em Braille, então você que pensa em ter seu site no topo do Google esqueça um pouco a parte visual e comece a estudar SEO. Veja aqui como Fazer SEO em seu Site ou Blog.</p>
<p>Quer ser um SEO? Então comece a Pensar como o Google pensa!<br />
Então, oque é o Ranking?</p>
<p>Um ranking de um motor de busca é a listagem de uma página web e o posicionamento relativo em uma página de resultados (muito conhecido como SERP) para uma determinada consulta. Como exemplo no Google você realiza uma pesquisa e ele te retorna como padrão uma página com 10 resultados, esses resultados são os que o Google considera os mais relevantes para aquela determinada pesquisa, onde é ordenada por importância relativa, isso é o ranking de pesquisa, para uma determinada pesquisa.</p>
<p>As páginas da web mais relevantes e mais importantes estão listadas em ordem decrescente. Para o Google a relevância da página depende da forma como uma página “corresponde” a uma busca da palavra especifica. A importância da página, por outro lado depende também da qualidade do conteúdo e da quantidade de links que apontam para sua página a partir de outras páginas da web (conhecido como Link Building em SEO, hoje é muito importante para se ter uma boa posição no Google, e é muito usado em SEO). Se seu site não está aparecendo entre os 30 melhores para sua categoria mais importante ou assunto, começar a se preocupar, ou então comece a realizar técnicas de SEO, para subir no Google, pois se não está aparecendo pelo menos na terceira página do Google com certeza não está ganhando muito tráfego do Google. Muitas pessoas nunca vão até a segunda página de resultado de busca, então é crucial estar entre o TOP 10 do Google.<br />
Quando o Google visita meu site?</p>
<p>Para seu site está listado no banco de dados do Google ou índice, o Google visita seu site usando programas automatizados chamados robôs ou spiders. Esses programas lêem todas as páginas do seu site, começando geralmente da pagina inicial (home Page), e em seguida, vai seguindo cada link para toda as outras páginas da web em seu site. Quando um robô ou spider visita seu site, diz-se que o crawler ou spider indexou seu site.</p>
<p>Importante: O Google não irá adicionar uma página da web ao seu índice a menos que haja pelo menos uma outra página da web em seu índice que liga a uma das suas páginas da web. Então não se preocupe em submeter seu site diariamente ao Google. O necessário é obter um outro link de um site diferente para seu site.</p>
<p>A indexação das paginas é realizado pelo Google Spider, chamado de Googlebot. O Google atualiza seu índice principal regularmente e agora tende a ir com uma atualização mais continua, embora as atualizações mensais continuem a acontecer. Essas atualizações geralmente maiores correspondem a grandes mudanças no algoritmo de classificação. Então quanto mais popular seu site, mais frequentemente ele será rastreado pelo Google. Essa atualização do índice é geralmente baseados em conteúdo que o Google tem armazenado em cachê ou armazenados em seu banco de dados. Devido à natureza do processo de atualização, cálculos de rankigns são realizadas várias vezes para página cachê de cada site. Por causa do grande numero de páginas, esses cálculos podem levar um tempinho.</p>
<p>Importante: É fundamental que seu site esteja funcionado perfeitamente, quando o Google visitar ele, e o seu site está off, a sua listagem no Google pode desaparecer até a próxima atualização, a razão é que o Google acha que o seu site já não existe e pode removê-lo do índice. Se estiver interessado, pode consultar os seus arquivos de log do servidor para o user-agent “Googlebot”. Isto irá dizer quando o Google rastreia o seu site.<br />
Como o Google Ranqueia paginas da Web?</p>
<p>O Google usa um sofisticado e proprietários para ranquear websites, ele usa mais de 100 diferentes critérios no cálculo, cada um dos quais é dado um peso especifico que pode mudar ao longo do tempo. Com a mudança dos algoritmos as técnica especificas que costumava funcionar, com o tempo pode não funcionar tão bem. Por estas razões, as vezes seu site parece mudar de posição, constantemente. Por isso otimizar seu site não deve ser considerado como uma tarefa feita uma única vez. Você deve sempre tentar, testar e refinar seus esforços. Veja também como criar um meta description tag de qualidade.</p>
<p>O algoritmo do Google pode ser dividido em dois fatores:<br />
Fatores On-Page (Keywords)</p>
<p>Alguns fatores envolvem a forma de como, onde e quando são utilizadas as palavras-chaves.  As vezes seu site é otimizado para a palavra-chave escolhida, e se essas mesmas palavras-chaves aparecessem em links que apontam para paginas em seu site. Esse é um fator chave que determina a relevância da página.</p>
<p>Fatores Off-page (link)</p>
<p>Isso inclui a quantidade e a qualidade dos links que apontam para seu site. Os links determinam a importância da página e estão fortemente relacionados com o Google PageRank (PR). O Google busca em seu índice, páginas que são relevantes e importantes para determinada busca de um termo ou frase, e, em seguida apresenta os resultados em ordem decrescente, onde será mostrado 10 resultados.<br />
On-Page –  Fatores de Relevância</p>
<p>As keywords sempre estão relacionadas com termos de pesquisa, tanto é que as pessoas digitam nos buscadores, palavras e frases para encontrar informações especificas. A maioria das pessoas digitam em média de 2 a 5 palavras no Google para encontrara o que procura. O Google, por sua vez analisa todas as páginas em seu índice e lista as páginas que contém os termos de busca. Cada site geralmente contém uma ou duas palavras-chave que se repetem com mais freqüência do que outras em todo site. Essas palavras-chave dita o “tema” de um site. Então quanto melhor você definir o nicho do seu site, e quanto mais otimizar o uso das palavras-chaves que esteja relacionado com o nicho do seu site, melhor será a relevância do seu site, e isso irá influenciar bastante o seu ranking no Google. O Google determina as páginas da web mais relevantes com base em uma pesquisa de hipertexto e análise do seu site e de outros sites que contêm links para seu site. O Google olha para ver se o texto de um link (parte clicável) que aponta para o seu site tem as palavras-chaves relacionas com o titulo da sua página.<br />
Off-Page Fatores de PageRank e Relevância da Pagina</p>
<p>A relevância da página tem tudo a ver com quantidade, qualidade e força de links externos, está parte do algoritmo é chamada de PageRank do Google. O Google procura por links que apontam para o seu site em outros sites. O Google acredita que um link do site A para o site B é um “voto” para o site B, é onde o site B ganha relevância para o Google, então se você realiza práticas de SEO essa é uma dica, consiga links de qualidade para seu site. Desta forma outros sites irão adicionar mais votos ao seu site, que por sua vez ajuda aumentar o PageRank do seu site. Cada página do seu site tem um PageRank, o mais alto é o da home Page, pois geralmente as pessoas linkam mais para sua home, em vez de linkar para outra página em seu site. Quanto mais sites apontarem para o seu, melhor para você, pois o Google achará que o seu site é mais importante ainda, com isso você pode ter um valor mais elevado ainda no seu PageRank. Mais não é somente ter vários sites apontando para seu, pois o Google considera quantidade e qualidade, então nem todos os links serão considerados. No entanto, tenha em mente que PageRank é apenas um fator (embora importante) usando no ranking do Google. Sites que são relativamente bem otimizados para determinadas palavras-chave pode está acima de um site que é menos otimizado, mas têm PageRank alto, ou seja não é só o PageRank que conta no ranking do Google, otimize o seu site usando técnicas de SEO e tenha uma boa posição no Google.</p>
<p>Nota: Quando os SEOs falam em aumentar sua popularidade da ligação, eles são geralmente estão falando sobre o aumento da quantidade e qualidade de links para seu site, geralmente através de um esforço recíproco da troca da ligação.</p>
<p>Dica de SEO, Top 5 critérios que o Google Utiliza</p>
<p>Embora o Google trabalha com mais de 100 critérios diferentes (que podem mudar em importância ao longo do tempo) para rankear os sites, aqui vai cinco aspectos ou dicas que estão sendo bem consideradas pelo Google atualmente. Há outros elementos que também são importantes, mais abordaremos apenas 5, veja a seguir a lista em ordem aproximada de importância:<br />
1. Palavras-chave usadas no título de suas páginas (Entre as tags ).<br />
2. Palavras-chave usadas nos títulos (h1) e no primeiro parágrafo de suas páginas.<br />
3. Palavras-chave usadas no texto do link, tanto em seu site e em outros sites.<br />
4. O valor PageRank (PR) de suas páginas, que por sua vez é dependente do número de links que apontam para o seu site a partir de outros sites.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><em>Uma coisa que vem sendo muito considerada também é a relevância do seu conteúdo, se ele é original ou é copy past. Então fique atento, se gostou das dicas de SEO, clique no Like, de um Retweet e não se esqueça de me dar um +1 do Google.</em></span></p>

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		<title>Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-4-pilares-do-marketing-digital-para-pequenas-empresas/">Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas Veja o post original em : Blog Ubis Internet Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-4-pilares-do-marketing-digital-para-pequenas-empresas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.</p>
<p>Uma boa dica para as pequenas e médias empresas que pretendem investir em marketing digital é começar com a aplicação de quatro princípios que considero como os pilares fundamentais de ações em marketing digital: planejamento, conteúdo, relacionamento e monitoramento. Cada um deles merece, no mínimo, um post inteiro. Porém, neste artigo vou aborá-los minimamente, fornecendo uma visão geral de cada um.</p>
<p><span id="more-387"></span></p>
<p><strong>1. Planejamento </strong></p>
<p>Este é o ponto chave e do qual dependem todos os demais. O planejamento irá fornecer a base para toda e qualquer ação de marketing – digital ou não. É um erro pensar que planejamento é algo que diz respeito apenas ao futuro. Um bom planejamento deve englobar aspectos do passado e do presente para, então, garantir o preparo adequado para enfrentar o futuro. Planejamento, portanto, é um exercício de paciência, que envolve cautela, estratégia e uma dose de intuição.</p>
<p>Uma das grandes dificuldades que se tem atualmente em termos de planejamento reside na necessidade de integração online/off-line. Muitas empresas enxergam no marketing digital uma fórmula mágica para seus problemas e esperam das agências, dos freelancers – ou seja lá de quem esteja responsável por isso no momento – ações que atendam aos seus utópicos objetivos, esquecendo que antes das ações, vem o planejamento e este precisa estar alinhado ao plano de marketing da empresa, plano este que muitas das pequenas e até médias empresas sequer possuem.</p>
<p><strong>2. Conteúdo </strong></p>
<p>Produzir e compartilhar conteúdo relevante para o seu público-alvo. E o que é ser relevante? Relevante é aquilo que tem importância, ou seja, algo que vai fazer a diferença quando o consumidor escolhe o que vai prestar atenção entre os diversos conteúdos concorrentes em seu mural do Facebook ou na timeline do Twitter. A relevância é o que faz a diferença entre o curtir ou não uma determinada publicação, entre retwittar ou não um determinado link, ou mesmo emitir ou não um comentário. Em suma, é o que gera o engajamento. Assim, como a relevância difere de pessoa para pessoa, conhecer o seu público-alvo é fundamental.</p>
<p><strong>3. Relacionamento </strong></p>
<p>Aqui quero comentar a respeito das relações que a empresa desenvolve com os seus clientes – reais e potenciais – focadas na presença digital. Como comentei no artigo &#8220;O cliente quer se sentir amado&#8221;, antes um bom bar ou restaurante era aquele em que os garçons sabiam o nome do cliente e, de quebra, seu pedido mais habitual. Nas mídias sociais pode-se reproduzir de certa forma esse ambiente, na medida em que é possível – através de mensuração e monitoramento – conhecer melhor o seu público-alvo por meio do que ele compartilha, de como interage, o que pensa, o que gosta ou não. Além disso, o relacionamento é eficiente quando o cliente é “ouvido” e tem respostas rápidas e eficazes aos seus pedidos. As marcas precisam – antes de imaginar grandiosas ações, ou o que é mais comum atualmente, excelentes virais – se preocupar em construir relacionamentos com seus consumidores.</p>
<p>Ainda falando em relacionamento, é preciso entender também que relacionamento não se faz apenas por meio de redes sociais. Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc., são excelentes formas de se estar presente no universo digital dos clientes, porém não são as únicas. O investimento e as ações em redes sociais devem estar alinhados a uma estratégia maior, que pode incluir e-mail marketing, SEO, games, entre outras. E as estratégias digitais, por sua vez, devem estar alinhadas com o plano de marketing da empresa.</p>
<p><strong>4. Monitoramento </strong></p>
<p>Parte fundamental do processo, o monitoramento engloba as métricas e a importância de se ter dados confiáveis e mensuráveis para avaliar o retorno concreto das ações de marketing digital. As métricas podem ser obtidas por meio de diversas ferramentas, grande parte delas fornecidas gratuitamente pelo Google. Além disso, o monitoramento deve ser segmentado, ou seja, incluir o monitoramento da marca, monitoramento da concorrência e monitoramento de mercado.</p>
<p>Como se vê, presença digital não se resume a ter um site ou, o que é pior, um e-mail e um Twitter &#8220;para promoções e sorteios&#8221;. Estar, de fato, presente no ambiente digital, não é algo tão simples como se imagina e requer atenção, conhecimento e investimento para, de fato, dar retorno. Nesse sentido, talvez a dica mais útil que se possa oferecer às pequenas e médias empresas com relação ao uso dos meios digitais é: não caia na tentação do &#8220;faça você mesmo&#8221;, busque um profissional. Qualquer um pode fazer um sorteio e conseguir muitos seguidores para um perfil do Twitter ou curtidas em uma fanpage no Facebook, mas a verdadeira pergunta é: será que eles continuarão a se interessar pela sua empresa depois que os sorteios acabarem?</p>

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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 13:00:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/">Os 15 sites que mudaram a história</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
Os 15 sites que mudaram a história Veja o post original em : Blog Ubis Internet Em comemoração aos 15 anos de WWW, o jornal inglês The Guardian publicou uma listagem dos sites que, segundo seu critério editorial, mudaram, revolucionaram &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/">Os 15 sites que mudaram a história</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Em comemoração aos 15 anos de WWW, o jornal inglês <a href="http://www.guardian.co.uk/">The Guardian</a> publicou uma listagem dos sites que, segundo seu critério editorial,   mudaram, revolucionaram a história da web. A lista é a seguinte:</p>
<p><a name="more"></a><a name="more" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3753760577423806368&amp;postID=6741069309597773043"></a></p>
<div>1 &#8211; <a href="http://www.ebay.com/">www.eBay.com</a> &#8211; É o maior site de leilões do mundo, a impressionante quantidade de   usuários é proporcional a população de nosso país, 180 milhões. Foi   fundado em 1995.</p>
<p>2 &#8211; <a href="http://www.wikipedia.org/">www.wikipedia.org</a> &#8211; A maior  e mais importante enciclopédia online. Está aberta às  modificações de  qualquer usuário registrado, eu mesmo já acresci/editei  vários tópicos  por lá. Recebe cerca de 900.000 visitas por dia.</p>
<p>3 &#8211; <a href="http://www.napster.com/">www.napster.com</a> &#8211; Site criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shawn_Fanning">Shawn Fanning</a> em 1999, então com 19 anos, que foi um dos iniciadores da febre de   compartilhamento de arquivos. Depois de ter vários problemas legais com   gravadoras, produtoras, etc converteu-se para um serviço pago.   Atualmente possui cerca de 500.000 assinantes.</p>
<p>4 &#8211; <a href="http://www.youtube.com/">www.youtube.com</a> &#8211; Um dos maiores fenômenos de comunicação digital dos últimos anos. Foi criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chad_Hurley">Chad Hurley</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_Chen_%28YouTube%29">Steve Chen</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jawed_Karim">Jawed Karim</a> em 2005 e adqüirido pelo Google no ínicio deste mês (11/2006) pela   bagatela de 1,65 bilhão de dólares, registrando um novo recorde na   valorização de sites de mídia gerados por usuários. Seus usuários   visualizam 100 milhões de videos por dia.</p>
<p>5 &#8211; <a href="http://www.blogger.com/">www.blogger.com</a> &#8211; Este sistema de publicação de blogs foi fundado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Evan_Williams_%28blogger%29">Evan Williams</a> em 1999. Conta com mais de dezoito milhões de usuários. Foi um dos propulsores do fenômeno do blog.</p>
<p>6 &#8211; <a href="http://www.friendsreunited.com/">www.friendsreunited.com</a> Não muito conhecido em nosso país ainda, talvez pela barreira do   idioma. Foi fundado em 2000 pelo casal Steve e Julie Pankhurst para   reunir velhos amigos de escola. Foi um sucesso quase instantâneo.</p>
<p>7 &#8211; <a href="http://www.drudgereport.com/">www.drudgereport.com</a> &#8211; Site muito considerado como meio de comunicação nos EUA. Sua fundação remonta a 1994 pelo, então polêmico, jornalista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Matt_Drudge">Matt Drudge</a>.</p>
<p>8 &#8211; <a href="http://www.myspace.com/">www.myspace.com</a> &#8211; O precursor  das redes sociais tipo Orkut. A possibilidade de subir  arquivos de  áudio atraiu mais de dois milhões de novas bandas de música.  O Myspace  conta com mais de cem milhões de usuários.</p>
<p>9 &#8211; <a href="http://www.amazon.com/">www.amazon.com</a> &#8211; O Amazon foi criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jeff_Bezos">Jeff Bezos</a> em 1994. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. O Amazon inclui, igualmente, o <a href="http://alexa.com/">Alexa</a> onde você poderá encontrar o ranking de sua página no mundo ou no Brasil, e o <a href="http://a9.com/">a9.com</a> um bom site de busca. Possui mais de 35 milhões de clientes em 250 países.</p>
<p>10 &#8211; <a href="http://www.slashdot.org/">www.slashdot.org</a> &#8211; É  considerado um dos sites mais importantes sobre notícias  tecnológicas. É  visitado por mais de, acreditem ou não, 5 milhões de  pessoas por dia.</p>
<p>11 &#8211; <a href="http://www.salon.com/">www.salon.com</a> &#8211; Trata-se de  uma revista online e ao mesmo tempo uma companhia dos  meios de  comunicação. O projeto foi iniciado por David Talbot em 1995.  Seu site  recebe entre 3 milhões a 4 milhões de visitantes únicos ao mês.</p>
<p>12 <a href="http://www.craigslist.org/">www.craigslist.org/</a> &#8211; Uma  rede centralizada de comunidades urbanas online. O site possibilita o  compartilhamento sem discriminação ou condicionamentos.</p>
<p>13 &#8211; <a href="http://www.google.com/">www.google.com</a> &#8211; Criado em 1998 por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page">Larry Page</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin">Sergey Brin</a>.   Nasceu como um motor de buscas da internet, e se transformou numa das   companhias de maior crescimento de toda a história. O Google recebe  mais  de 1 bilhão de consultas ao dia.</p>
<p>14 &#8211; <a href="http://www.yahoo.com/">www.yahoo.com</a> &#8211; É considerado  como o site individual que mais recebe visitas na web,  com 3.400  milhões de hits por dia. Fundado em 1994 por David Fio e  Jerry Yang,  ainda então formandos da Universidade de Stanford. Nos  últimos anos se  viu eclipsado com a aparição do Google.</p>
<p>15 &#8211; <a href="http://www.easyjet.com/">www.easyjet.com</a> &#8211; Trata-se  da primeira companhia área britânica em oferecer passagens  de baixo  custo através da Internet. Graças a seu sistema claro e  singelo, ganhou  a confiança online de muitos clientes. Em 2005 foi  utilizado por 30  milhões de passageiros.</div>

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		<title>Veja como turbinar o Twitter de sua empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 13:00:53 +0000</pubDate>
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Veja como turbinar o Twitter de sua empresa Veja o post original em : Blog Ubis Internet Seu negócio está no Twitter? Pois deveria estar. São mais de 200 milhões de usuários que enviam cerca de 65 milhões de mensagens &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/veja-como-turbinar-o-twitter-de-sua-empresa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/06/veja-como-turbinar-o-twitter-de-sua-empresa/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/veja-como-turbinar-o-twitter-de-sua-empresa/">Veja como turbinar o Twitter de sua empresa</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<h2>Seu negócio está no Twitter? Pois deveria  estar. São mais de 200 milhões de usuários que enviam cerca de 65  milhões de mensagens por dia.</h2>
<div>
<p>A sua empresa já tem um perfil no Twitter? Então crie já. O microblog tweetou seu caminho até o topo das redes sociais. São mais de 200 milhões de usuários que enviam 65 milhões de tweets por dia.</p>
<p>Mas alto lá. Se você ainda não aprendeu em outras redes sociais, o relacionamento com clientes nessas plataformas não é o mesmo que pessoalmente. Você precisa aprender tanto o uso do Twitter quanto como usá-lo para se comunicar de maneira efetiva com consumidores para obter sucesso.</p>
<p>Aqui estão oito dicas para começar na direção certa:</p>
<p><span id="more-383"></span></p>
<p><strong>1 &#8211; Construindo uma lista de seguidores</strong></p>
<p>Não importa o valor da comunicação via Twitter se não há leitores. Seus tweets são públicos e pesquisáveis de acordo com os tópicos específicos contidos em sua mensagem, mas você precisa construir uma lista de seguidores ativos que leiam seu conteúdo. Os seguidores no Twitter representam sua comunidade, são a audiência e com quem você se relaciona.</p>
<p>Se você é Ashton Kutcher, Charlie Sheen ou Lady Gaga, tudo que precisa fazer é criar uma conta no microblog e milhões de pessoas irão seguir seu perfil instantaneamente. Caso você não seja um megastar, e a maioria não é, você vai ter que se esforçar para conseguir isso. Comece convidando comunidades de clientes que você tenha.</p>
<p>Sua companhia tem site, blog, lista de contatos ou newsletter? Use todos os meios que você possui. Se seus clientes já têm conta no serviço, convide-os a seguir seu perfil. Você deve também incluir o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, marketing de apoio ou qualquer tipo de exposição. Você pode até mesmo estimular os usuários com sorteio de prêmios ou desconto em serviços.</p>
<p>Parte da cultura do Twitter é que os usuários seguem de volta quem os segue. Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Ferramentas como o software Tweet Adder pode dar mais detalhamento de contas a serem seguidas. Use-a para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e então siga automaticamente esses internautas. Certo número de perfis devem segui-lo de volta. Mas antes disso, é claro, deixa a sua página no Twitter atraente com uma boa imagem de perfil e bio.</p>
<p><strong>2 &#8211; Conheça as regras do relacionamento</strong></p>
<p>Se você é novo, aprenda o básico. As melhores práticas do Twitter como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets. As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário.  Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”. Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet. Você pode também pedir educadamente que seu público retweet suas publicações.</p>
<p>Essas práticas atraem a atenção dos seguidores, que podem ver que você está interagindo com eles. Para ter ter sucesso nessa ação, escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa. Assim que aprender o básico, ferramentas com o Group Tweet permitem que você se comunique com grupos de usuários, mesmo via direct messages.</p>
<p><strong>3 &#8211; Valorize a conversa<br />
</strong></p>
<p>Um dos maiores erros que companhias cometem no Twitter &#8211; e nas redes sociais em geral &#8211; é tentar usá-lo para um marketing antiquado. O slogan que sua empresa usa em campanhas publicitárias na mídia pode se revelar falso no microblog.</p>
<p>O Twitter pode ser uma ferramenta importante de marketing, mas a rede social deve gerar conversação e agregar valor à marca. Você se promove por quem é, não pelo que diz ser. Você pode certamente usar o microblog como um meio para anunciar produtos ou serviços novos, mas seus tweets precisam valorizar o público para manter sua audiência interessada. Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas e conselhos e conversas em geral para motivar seus contatos a participar das discussões. Faça tweets divertidos e espirituosos, diga algo único. Se posicione como especialista em sua área e ofereça conselhos gratuitamente. É melhor divulgar opiniões próprias e pessoais do que apenas repetir o que os outros dizem.</p>
<p><strong>4 &#8211; Encurte os links<br />
</strong></p>
<p>Utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly e TinyURL para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet. O bit.ly oferece também mensuração de acessos para monitorar o sucesso da sua publicação. Você pode analisar quantos cliques foram dados em cada link e qual foi mais popular, informação que você pode usar para descobrir o que funciona melhor.</p>
<p><strong>5 &#8211; Enriqueça seus tweets com ferramentas de terceiros</strong></p>
<p>Uma quantidade incrível de ferramentas e plug-ins para Twitter pode aumentar o valor do seu perfil. Apesar de a rede social ter sido criada como forma de serviço de SMS via internet, você pode ampliar o tamanho de suas mensagens e enviar outros tipos de arquivo. Comece usando o TwitPic ou o Yfrog para compartilhar fotos ou vídeos. Habilite estes serviços no seu smartphone para que você possam mostrar &#8211; e não apenas contar &#8211; a coisa engraçada que você viu na rua.</p>
<p>Você pode tornar os tweets mais interativos conectando-os com pesquisas, usando o Twtpoll, ou a salas de  bate-papo, com o Nurph. Seus seguidores vão prestar mais atenção em seus tweets se acharem conversas interessantes para participar. E integrando o Twitter com serviços de localização, como o FourSquare, pode chamar a atenção. Por exemplo, durante aquela conferência em Atlanta, alguém da sua área pode ver que você está realmente lá.</p>
<p>O TweetDeck, recentemente comprado pelo Twitter, permite que você gerencie multiplas contas tanto no microblog, como no Facebook, LinkedIn, MySpace, Google (GOOG) Buzz, and Foursquare. Você pode criar listas e filtrar o conteúdo dos updates que quer receber. O aplicativo possui colunas que permitem que o usuário monitore palavras-cheve específicas ou hashtags. Você também pode habilitar o TweetDeck a enviar alertas quando outras contas no Twitter mencionem sua companhia, o que dá oportunidade para identificar clientes fiéis, possíveis questões de relações públicas e gerenciar crises rapidamente.</p>
<p>O programa também permite programar o horário das publicações, mas o Timely, da Flowtown, vai além. Ele analise seus tweets anteriores e estima qual hora do dia eles são mais favoráveis e então programa seus próximos tweets de acordo com o resultado.</p>
<p><strong>6 &#8211; Use hashtags</strong></p>
<p>As hashtags são símbolos # na frente de palavras-chave.  Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar. Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org  permitem que visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF, que às sextas-feiras divulga nomes de usuários que você acha relevantes. É um método valioso de conseguir mais seguidores.  Se você ganhar novos seguidores, responda agradecendo a indicação. Esse tipo de toque pessoal é uma das coisas de que os usuários gostam.</p>
<p>Uma maneira de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área, e quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores. Se sua compania conserta computadores antigos e uma matéria sobre desperdício de eletrônicos está nas manchetes dos jornais, você pode criar a hashtag #ewaste ou #desperdicioeletronico em um tweet que explique como seu trabalho  deixa equipamentos eletrônicos fora de aterros sanitários.</p>
<p>Mesmo que você não comente as mais novas histórias populares do dia, você pode direcionar seu Twitter para divulgação de eventos na sua área. O NearbyTweets permite visualizar quem está falando sobre praticamente qualquer tópico em uma parte específica do mundo.</p>
<p><strong>7 &#8211; Evite armadilhas</strong></p>
<p>Já falamos sobre não usar o Twitter como ferramenta de spam. Mas cuidado com outras armadilhas. Lembre que muitos “seguidores” não estão realmente prestando atenção. Mesmo que a tática de conseguir seguidores seja seguir usuários com interesses em comum e esperar que haja reciprocidade, isso só vai até aí. Muitos internautas que seguirem seu perfil podem estar usando a mesma tática para aumentar a força de suas contas no microblog, e eles não estão realmente interessados nas suas publicações ou área de negócios.</p>
<p>Utilize o Klout ou o Peerindex para ter ideia de quantos seguidores são realmente ativos. Esses serviços dão notas de 1 a 100 para medir sua influencia online. Em algum ponto, você terá que parar de usar a estratégia de seguir usuários para conseguir mais seguidores.Deixa a sua conta no Twitter falar por si própia e espere a divulgação boca-a-boca da qualidade do seu perfil.</p>
<p><strong>8 &#8211; Não espere milagres</strong></p>
<p>Preciso lembrar que você não é a Lady Gaga?  Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente. Não haverá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque você criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.</p>
<p>Se você usar corretamente, o Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing, um instrumento para conseguir o reconhecimento da marca e a fidelidade de clientes. Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o leva ao sucesso, tanto a sua conta no Twitter, quanto nos seus negócios.</p>
</div>

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		<title>Porque minha empresa precisa de um site?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 13:05:44 +0000</pubDate>
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Porque minha empresa precisa de um site? Veja o post original em : Blog Ubis Internet Hoje a Internet é mais utilizada como um canal de entretenimento e diversão. Já foi um sistema estratégico militar, depois restrito a pesquisas e &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/porque-minha-empresa-precisa-de-um-site/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Hoje a Internet é mais utilizada como um canal de entretenimento e diversão. Já foi um sistema estratégico militar, depois restrito a pesquisas e desenvolvimento de tecnologias. E depois, para onde caminhará?A internet teve seu &#8220;boom&#8221; no século passado, em meados da década de 90. Antigo isso, não é?Não se considerarmos que 1995 foi há 12 anos apenas. Mas quando se trata de tecnologia e informação, 6 meses é muito tempo.</p>
<p>Se considerarmos os avanços e desenvolvimento que a internet sofre diariamente, podemos ter uma vaga noção de como podemos tirar proveito dela para, por que não, aumentar o faturamento de uma empresa.</p>
<p><span id="more-375"></span></p>
<p>Hoje, com a mundialização (é isso mesmo, globalização já é coisa do passado) que a internet proporcionou, não existem mais empresas pequenas ou grandes. Um site bem desenvolvido, com um design atraente e funcional pode tornar uma fábrica de &#8220;fundo-de-quintal&#8221; em exportadora, ao lado de gigantes do mercado. Para isso basta um sistema de produção e logística bem definida e os produtos podem ir e vir de qualquer lugar do planeta.</p>
<p>Mas como podemos tornar um site apresentável?</p>
<p>O primeiro passo é ter em mente que a internet, acima de tudo, é um canal de comunicação direta com seus clientes/consumidores. Para termos um site funcional é preciso que ele dê retorno aos seus usuário/visitantes.</p>
<p>Portanto para que possamos manter contato com nosso público, temos que saber o que querem e responder às suas dúvidas com rapidez! O investimento em internet é de baixo custo se comparado com a aquisição de maquinas e profissionais e pode trazer o mesmo retorno ou maior.</p>
<p>Mas, para que ter um site de minha empresa? Eu não tenho pretensão de exportar meus produtos ou serviços.</p>
<p>Lembre-se da máxima da propaganda: &#8220;se você não é visto, não é lembrado&#8221;. Se você não está na internet, pode passar por situações constrangedoras, como colocar seu e-mail &#8220;grátis&#8221; no cartão que irá entregar ao representante de uma multinacional, ou mesmo para o Sr. João que é um cliente antigo de seu produto e que vai mostrar o tal cartão para alguém como referência. Certamente irão pensar: &#8220;Nossa, uma empresa tão respeitada e não tem um site?&#8221; Pode parecer uma bobagem, mas acontece com freqüência.</p>
<p>A necessidade de estarmos conectados há internet, de termos um endereço virtual é uma necessidade crescente para qualquer organização que queira estar no mercado pelos próximos anos. É algo que depende de poucos recursos e uma grande vontade de crescer e progredir profissionalmente.</p>
<p>Como fazer para ter um site?</p>
<p>Simples: existem várias empresas e profissionais que podem desenvolver um para você, com tecnologias capazes de colocar seu produto na frente de seu cliente com um clique. O comércio eletrônico no Brasil, já movimenta uma economia de mais de R$ 5 bi e que vem crescendo a cada dia. A entrada de empresas &#8220;.com&#8221;, no mercado, só torna a necessidade de um site para as empresas essencial.</p>
<p>Porém, só isso não basta, é preciso que os clientes saibam que estamos na internet e a melhor forma de fazer isso é acrescentando em todos os materiais impressos da empresa o endereço do site.</p>
<p>Mas cuidado, um site cheio de pirotecnias pode espantar seu cliente. Para isso temos os profissionais certos para cuidar da parte visual de sua empresa. Você lembra que &#8220;uma imagem vale mais que mil palavras&#8221;? Na internet isso é mais verdadeiro ainda!</p>
<p>Os designers para web, ou mesmo os designers gráficos que se especializam nesse segmento, são responsáveis por apresentar sua empresa de forma adequada, mantendo sua imagem real no mundo virtual. Eles são as pessoas mais indicadas para nos dizer como a empresa deve se portar perante aos seus clientes virtuais para que possamos trazer, de maneira agradável, produtos, serviços, promoções, etc.</p>
<p>Sempre que for executar alguma reformulação, ou mesmo criar um novo site para sua empresa, procure quem pode te dar as orientações corretas. O filho do amigo do vizinho do seu filho pode até ser legal e manusear muito bem o computador, mas ele não tem referencial teórico e prático para poder desenvolver um trabalho profissional e com as características que sua empresa precisa para transmitir respeito e credibilidade necessários.</p>
<p>Um profissional de design não custa muito e é um investimento para sua empresa pois lhe trará retorno, além de deixar sua imagem bem mais bonita!!!</p>

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		<title>O futuro da internet e computadores</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 13:00:57 +0000</pubDate>
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O futuro da internet e computadores Veja o post original em : Blog Ubis Internet Apesar de ser mais fácil fazer o futuro do que prevê-lo, segundo Alan Kay, tentarei trazer aqui alguns fatos que estão acontecendo pelo mundo para &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/o-futuro-da-internet-e-computadores/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/06/o-futuro-da-internet-e-computadores/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/o-futuro-da-internet-e-computadores/">O futuro da internet e computadores</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Apesar de ser mais fácil fazer o futuro do que prevê-lo, segundo Alan Kay, tentarei trazer aqui alguns fatos que estão acontecendo pelo mundo para observarmos algumas tendências. No quesito internet estamos vendo cada vez mais o conceito de cloud computing se estabelecendo, as empresas como Google, Yahoo, Microsoft, Amazon e IBM oferece serviços, armazenamento e processamento de dados. Na ponta do iceberg temos os serviços de desktop virtuais que já foi mostrado por aqui como grandes promessas, mas não percebemos que já existe uma grande quantidade de serviços e aplicações que já utilizam esse conceito de cloud computing: Flickr, Youtube, Gmail, Google Docs, Slideshare são alguns exemplos.<br />
<span id="more-372"></span> Mas se você ainda está confuso sobre o conceito e quais impactos dessa tecnologia, vamos esclarecer. Para usuários comuns como eu e você o maior impacto é que teremos serviços e armazenamento disponível a qualquer hora e em qualquer lugar, podemos acessar nossas fotos, vídeos, arquivos, apresentações e até mesmo softwares como é o caso do Google Docs. Não precisamos nos preocupar com licenças, se existe espaço disponível no PC, se ele terá problemas ou se perderei meus arquivos, estará tudo na Internet disponível para você. Para as empresas é um ganho imenso, não é necessário custo com servidores, manutenção e até energia pois os servidores e serviços estarão sendo oferecidos por terceiros.<br />
Para quem oferece os serviços também é proveitoso pois a manutenção e instalação de software será apenas nos seus servidores, não necessário mais ir até o cliente fazer a manutenção ou atualizar o software, reduzindo a equipe de manutenção e o stress com os clientes.<br />
Mas o que tudo isso causa de impacto nos computadores? A reportagem do Jornal Hoje mostra e também explica o termo cloud computing segundo a visão do Google. Os computadores irão mudar pois para utilizar esses serviços precisam apenas de acesso a Internet, pouco armazenamento e processamento. Aparelhos como iPhone e Smartphones já fazem isso, e o que podemos notar é a oportunidade de popularizar a Internet e os computadores já que eles não necessitarão de tantos recursos para utilizar os serviços. Projetos de laptops de baixo custo estão acontecendo mundo a fora para aproveitar essa mudança, aqui no Brasil inclusive existe esse esforço.<br />
Novos modelos de computadores começam a aparecer e a dar mais impulso ao conceito de computação onipresente, onde os computadores estarão ao nosso redor ou até mesmo no corpo das pessoas. Exemplos como o Jack PC começarão a aparecer cada vez mais.<br />
Para a TV traz um impacto grande, as pesquisas mostram que houve uma queda no interesse dos jovens pela TV nos EUA. É necessário uma TV interativa, de bom conteúdo e sem grandes complicações para o usuário, caso o contrário irá perder feio para a Internet, onde o usuário é quem manda, escolhe o que acessa e quando irá acessar o conteúdo, além de compartilhar e discutir esse conteúdo.</p>
<p>Já por aqui no Brasil&#8230;<br />
na Internet vemos falcatruas e leis retrógradas</p>

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