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	<title>Blog Ubis Internet e Desenvolvimento Web &#187; Firefox</title>
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		<title>Vender pela internet – O primeiro passo é o planejamento</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 03:05:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/08/vender-pela-internet-%e2%80%93-o-primeiro-passo-e-o-planejamento/">Vender pela internet – O primeiro passo é o planejamento</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
Vender pela internet – O primeiro passo é o planejamento Veja o post original em : Blog Ubis Internet Comprar pela internet já se tornou hábito para boa parte do povo brasileiro. A comodidade de não ter que sair pesquisando &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/08/vender-pela-internet-%e2%80%93-o-primeiro-passo-e-o-planejamento/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/08/vender-pela-internet-%e2%80%93-o-primeiro-passo-e-o-planejamento/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/08/vender-pela-internet-%e2%80%93-o-primeiro-passo-e-o-planejamento/">Vender pela internet – O primeiro passo é o planejamento</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<div>
<p>Comprar pela internet já se tornou  hábito para boa parte do povo brasileiro. A comodidade de não ter que  sair pesquisando de loja em loja na rua ou shopping, a agilidade de com  poucos cliques adquirir o produto tão desejado, o preço que é bem  competitivo o que beneficia o consumir, são inúmeras vantagens que só  fazem com que o e-commerce brasileiro ganhe cada vez mais adeptos, como  já era esperado.</p>
<p>O brasileiro gosta de conforto, gosta de  um bom preço e gosta de ser bem atendido, portanto facilmente estão  aderindo as compras virtuais.</p>
<p>Em 2009 o Brasil movimento cerca de 2  bilhões em transações on-line, para 2011 o crescimento já passa do que  era estimado para o primeiro semestre. Estamos em um país em  crescimento, onde o acesso ao crédito facilita a compra de computadores  pessoais como também o acesso a banda larga permitindo assim a grande  expansão desse tipo de comércio.</p>
<p>Mas existem segredos nesse mercado, não é  porque simplesmente ele cresce que qualquer um que se sentir na  obrigação de migrar para esse tipo de terreno será bem sucedido. Na  verdade muitos dizem que o custo para empreender on-line é menor que de  uma loja física, em termos está correto só que vale ressaltar que essa  afirmativa é válida por comparar a grande oferta de mercado, ou seja,  você estará trabalhando para atender um território mais abrangente seja  de forma nacional ou internacional dependendo do tipo de produto a ser  comercializado. Portanto, os custo de uma operação profissional de  e-commerce estão perto dos investimentos necessários para se ter uma  loja física, obviamente com muito mais vantagem, só que nem tudo é um  mar de rosas. É necessário investimento em marketing digital, habilidade  para desenvolver credibilidade junto ao consumidor e principalmente  flexibilidade para atendimento.</p>
<p>Dificilmente uma loja sem planejamento adequado será bem sucedida no ambiente on-line.</p>
<p>Para estar preparado o mínimo necessário é preciso ter:</p>
<ul>
<li>Um plano de negócios</li>
<li>Um plano de marketing</li>
<li>Orçamento de investimento em marketing</li>
<li>Parceiro logístico definido e contratado</li>
<li>Sistema de cartão de crédito (80% das compras são feitas via cartão de crédito)</li>
<li>Plataforma operacional de confiança</li>
<li>Equipe para atendimento</li>
<li>Equipe de edição de imagens e controle de qualidade, ou terceirizar esse tipo de serviço</li>
<li>Estoque devidamente organizado</li>
</ul>
<p>Se prestarmos atenção não difere muito  de uma loja física, ou seja, da mesma forma você precisa de equipe de  atendimento, equipe de organização, um bom plano de negócios entre  outras coisas comuns para o mercado off-line.</p>
<p>Outro ponto que não é levado em  consideração na hora de colocar na ponta do lápis o orçamento necessário  é o estoque e a logística. É obrigatório um controle rígido sobre essas  duas pontas importantes do e-commerce.</p>
<p>Fora o que é comum do comércio off-line e  que se encontra no on-line como estoque, equipe, atendimento e outros o  custo operacional mensal de uma loja virtual bem produzida gira em  torno de R$1.000,00, isso se trata apenas da questão técnica e de um  pequeno investimento em marketing e hospedagem da loja virtual, fora  isso tem-se que levar em consideração valores de ambiente, pessoal e  outros comuns no off-line. Não se engane com pequenas operações de lojas  prontas vendidas pela internet, essas não tem garantias de  credibilidade, operabilidade e tão pouco legibilidade por parte dos  mecanismos de busca (leia-se google), esse ultimo tão importante quanto  por se tratar da única forma de você realmente ser visível na internet.</p>
<p>Diferente da loja física onde o seu  cliente em potencial passa na frente da sua vitrine, no ambiente on-line  o cliente nem se quer sabe que você existe até ver um anuncio ou como  normalmente acontece até que faça uma busca no google por determinado  produto que você comercializa.</p>
<p>Pequenas lojas montadas e prontas para  operar dificilmente permitem migração para outras plataformas quando a  loja se desenvolve, o que raramente acontece nesse ramo de lojas prontas  ou quando está migrando para tentar algo mais sério, esse é um grande  risco operacional, pois o custo que você já teve inicialmente o terá  outra vez, será como montar outra loja da estaca zero sem a  possibilidade de levar seu cliente previamente cadastrado com você.</p>
<p>Lembre-se, nem tudo que reluz é ouro, portanto é necessário cuidar bem do seu investimento, seja ele pequeno, médio ou grande.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/vender-pela-internet-o-primeiro-passo-e-o-planejamento/" target="_blank">Profissionais TI</a></p>
</div>

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		<title>Malware – O perigo é silencioso e está no site ao lado!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 13:00:28 +0000</pubDate>
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Malware – O perigo é silencioso e está no site ao lado! Veja o post original em : Blog Ubis Internet O Termo Malware é a abreviação de Malicious Software.  Diferentemente de um vírus “comum”, o usuário não precisa baixar &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/malware-%e2%80%93-o-perigo-e-silencioso-e-esta-no-site-ao-lado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/07/malware-%e2%80%93-o-perigo-e-silencioso-e-esta-no-site-ao-lado/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/malware-%e2%80%93-o-perigo-e-silencioso-e-esta-no-site-ao-lado/">Malware – O perigo é silencioso e está no site ao lado!</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>O Termo Malware é a abreviação de Malicious Software.  Diferentemente de um vírus “comum”, o usuário não precisa baixar um arquivo *.exe ou *.cab para se contaminar, o Malware pode infectar uma máquina de várias maneiras, em um código malicioso adicionado a softwares originais, portais e até mesmo em fotos.</p>
<p>Ao entrar em um site com Malware o internauta, silenciosamente, perde o domínio de seu computador, informações, números de cartão de crédito, entre outros.</p>
<p>Exagero? Números apontam que o termo “Osama Bin Laden” tem 81% de seus resultados contaminados por algum tipo de Malware na primeira página do Google.  Tomado pelo falatório mundial, a notícia da morte do terrorista mostra como os sites aparentemente inofensivos são na verdade, armadilhas.</p>
<p>Sites maliciosos, na maioria dos casos, se aproveitam da ingenuidade do internauta com endereços e práticas claramente fraudulentas.</p>
<p>Há, porém, outra forma menos óbvia de sites e portais se contaminarem por Malware. O webmaster, assim como o blogueiro podem infiltrar códigos em seus links, vídeos e imagens para deliberadamente contaminar seus visitantes. Ou ainda, o site pode sofrer uma invasão simples onde o hacker adiciona uma linha de código malicioso no site visitado, contaminando silenciosamente milhões de pessoas por hora, dependendo do portal atacado. Neste caso, até mesmo o usuário mais avançado está sujeito à infecção.</p>
<p><strong>Ruim para usuários, pior para blogueiros e empresários</strong></p>
<p>Ter o computador infectado por malware não é bom para ninguém, mas o site/loja virtual infectada pode sofrer um revés muito maior. Imagine se de uma hora para a outra, sites como Google e navegadores como Internet Explorer, Chrome e Firefox simplesmente recomendassem aos usuários que não podem visitar seu site?</p>
<p>Isso acontece, pois todos esses sistemas possuem uma Blacklist (lista negra), onde sites escaneados e identificados com códigos maliciosos ficam listados até que um novo scan não encontre nenhuma falha. Porém esse scan não tem periodicidade definida, uma vez infectado, o site fica listado por tempo indeterminado, já pensou o prejuízo para sua loja ou seus anúncios? Vale a pena o risco por apenas uma linha?</p>

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		<title>A dinâmica geração Y</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 13:00:15 +0000</pubDate>
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A dinâmica geração Y Veja o post original em : Blog Ubis Internet Se você tem seus vinte e poucos anos, odeia ficar muito tempo no mesmo lugar, atualiza todos os dias seu Twitter ou Facebook e antes dos 30 &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-dinamica-geracao-y/">A dinâmica geração Y</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Se você tem seus vinte e poucos anos, odeia ficar muito tempo no mesmo lugar, atualiza todos os dias seu Twitter ou Facebook e antes dos 30 deseja extrapolar os cargos de gerência, bem vindo a Geração Y.</p>
<p>Tema amplamente debatido no mundo corporativo, a tal geração divide fervorosas opiniões. De um lado, os que criticam a formatação do pensamento jovem, através de dogmas corporativos que se traduzem em arrogância, egoísmo e displicência. Na outra ponta, os que se impressionam pela capacidade de criatividade, dinamismo e polivalência. Um duelo de gerações que todos os dias ganha novas histórias e protagonistas.</p>
<p><span id="more-400"></span>O TI, principal fomentador dessa geração, também é um mercado onde pode se encontrar alguns exemplos de “jovens Y”. O canal revendedor, por exemplo, já tem de maneira intrínseca o DNA empreendedor – característica marcante da juventude “milionária antes dos 30” – e apresenta desafios diários de crescimento e marketing. É a velha história de “você ser o seu próprio chefe”, sonho de consumo de 11 em cada 10 garotos que desejam ser Mark Zuckeberg ou Biz Stone.</p>
<p>A turma do Y é antenada 24h. A explosão dos smartphones – hoje, já são mais vendidos que computadores – ajudou  a consolidar uma produção e consumo de informações rápidas e superficiais, o que garante uma comunicação diferenciada não só para uso pessoal como para as empresas. O Twitter ou o Facebook são criadores de oportunidades e, como essa geração já é “heavy users” em casa, são eles que vão comandar essas novas ferramentas.</p>
<p>Os distribuidores ainda não entraram de cabeça nessa geração. Até porque é uma parte do mercado que carrega muitas especificidades. Enquanto fabricantes e lojistas falam para um púlbico amplo e heterogêneo, o distribuidor tem um campo restrito. Se contarmos, segundo nossa última pesquisa, que temos 29 mil revendas no Brasil e que dessas quase 30, você trabalhe com 10 mil, por exemplo, sua comunicação deve ser muito focada, sendo o Twitter e o Facebook, ferramentas de massa que buscam um público pulverizado e irrestrito, ao contrário do B2B.</p>
<p>Apesar disso, observamos hoje que quase todos os grandes distribuidores, mesmo que sem atualizações constantes, têm uma conta no site do passarinho azul.</p>
<p>Mas a geração Y deve entrar na distribuição aos poucos, levando um pensamento diferenciado, principalmente na comunicação e no marketing com o cliente. Além disso, a postura desse profissional, internamente pode fazer bem para todo o time de colaboradores, ao passo que esses jovens buscam incessantemente crescimento, e crescimento rápido de preferência. Essa dinâmica muitas vezes é confundida com a tal “arrogância da nova geração” e deve ser gerida por gestores experientes que saibam lidar com a ansiedade dos 20 e poucos anos.</p>
<p>Filhos de uma geração catalisadora de transformações sociais, os novos “mobilizadores” expõem suas ansiedades na rede o que nem sempre se traduz em mudanças efetivas no “mundo real”. Eles construíram um novo way of life online, enquanto no seu trabalho você pega o telefone para resolver algum problema, ele tenta um e-mail ou MSN antes. Ou então, não fique preocupado se ele deixar o smartphone 24 horas online e o seu iPod ligado durante o expediente, as suas necessidades são reflexo do meio social que os cerca, assim como na década de 60 era “obrigatório” ler Marx, hoje, é “obrigatório” ser online, full-time e on-time, como diz o slogan de um jornal carioca.</p>
<p>Se antes, as empresas se preocupavam em buscar bons profissionais no mercado, hoje, a atenção está voltada para a identificação de talentos e desenvolvimento de pessoas na própria equipe. Essa cultura deve se consolidar ainda mais com a chegada da geração Z, sucessora da Y com nascidos a partir de 1990, ao mercado de trabalho. É fundamental que o distribuidor esteja preparado para uma nova formatação de funcionários que está chegando (aliás, já chegou) ao mercado. Conjugar a experiência de profissionais com anos de mercado com a “agressividade” Y é tão complicado quanto importante.</p>
<p>O choque de gerações é inevitável, saber conduzir isso de forma a produzir resultados efetivos e integrados entre toda a equipe é um diferencial que já faz parte do cotidiano corporativo. Com a velocidade latente do mercado, quem não fizer parte dessa transição, já ficou pra trás.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/a-dinamica-geracao-y/">Profissionais de TI</a></p>

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		<title>A internet pode ajudar na perda de peso?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 13:10:15 +0000</pubDate>
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A internet pode ajudar na perda de peso? Veja o post original em : Blog Ubis Internet As pessoas tendem a perder um pouco mais de peso com a ajuda proporcionada pela Internet do que com programas tradicionais de perda &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/a-internet-pode-ajudar-na-perda-de-peso/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>As pessoas tendem a perder um pouco mais  de peso com a ajuda proporcionada pela Internet do que com programas  tradicionais de perda de peso, afirma um estudo japonês, mas combinar a  Internet com encontros pessoais parece ser a opção mais eficaz.</p>
<p>Com o aumento da obesidade, tornaram-se  comuns as tentativas de aproveitar as informações da Internet para a  perda de peso, principalmente porque acredita-se que isso seja mais  fácil e barato.</p>
<p>Mas embora o estudo, que envolveu uma  análise de 23 estudos anteriores e foi publicado no Jornal Internacional  da Obesidade, realmente tenha observado um impacto positivo da presença  na Internet na rotina das pessoas, o efeito geral foi pequeno.</p>
<p>“Programas de tratamento baseados na  Internet são atraentes nos cuidados preliminares por causa de sua  capacidade de atingir um bom número de indivíduos a baixo custo”,  escreveram os pesquisadores, comandados por Hirohito Sone do Instituto  de Medicina Clínica da Universidade de Tsukuba em Ibaraki, no Japão.</p>
<div><ins><ins id="aswift_2_anchor"></ins></ins></div>
<p>Em geral, pacientes envolvidos em  programas relacionados à Internet pederam em média 3,3 quilos a mais que  participantes de programas tradicionais, descobriu o grupo.</p>
<p>A Internet foi usada de várias formas,  incluindo instruções individualizadas, comunicação com instrutores de  estilo de vida, aconselhamento e registro de ingestão de alimentos.  Ademais, os programas diferiam na quantidade de uso da Internet dos  participantes. Porém, os pesquisadores descobriram que os métodos mais  eficazes são os que combinam Internet e encontros pessoais.</p>
<p>Por exemplo, quando a Internet  substituiu os aconselhamentos presenciais, as pessoas acabaram ganhando  até 6,6 quilos, em média, do que outros que não tiveram “ajuda” pela  Internet.</p>
<p>No entanto, quando os programas  combinaram Internet e aconselhamento, os participantes acabaram 4,4  quilos mais leves que pessoas que não usaram a Web.</p>

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		<title>SEO – Como o Google Trabalha?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 13:10:11 +0000</pubDate>
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SEO – Como o Google Trabalha? Veja o post original em : Blog Ubis Internet Veja dicas de SEO e Como o Google Trabalha para rankear sites! Hoje iremos abordar um assunto ótimo para quem faz SEO, vamos aprender como &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/seo-%e2%80%93-como-o-google-trabalha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/07/seo-%e2%80%93-como-o-google-trabalha/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/07/seo-%e2%80%93-como-o-google-trabalha/">SEO – Como o Google Trabalha?</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Veja dicas de SEO e Como o Google Trabalha para rankear sites!</p>
<p>Hoje iremos abordar um assunto ótimo para quem faz SEO, vamos aprender como o Google trabalha. Vou explicar os elementos do processo de classificação do Google que mais importa para você que realiza ou pensa em fazer SEO em seu site. De primeira impressão pode ser um pouco cansativo entender como o Google Funciona, mais com certeza será um belo aprendizado, pois poucas pessoas no Google sabem disso.</p>
<p>O Google, e os outros motores de busca, usam software automatizado para analisar, ler, comparar e hierarquizar suas páginas da web. Se você é um SEOman precisa saber quais o elementos e fatores que o Google se preocupa, e como esses fatores são importantes em relação uns aos outros. Não se esqueça de clicar no Like e no Botão +1 do Google</p>
<p><span id="more-395"></span></p>
<p>Um dos conceitos importantes que sempre vai se repetir é que o Google utiliza software automatizado para ler, analisar o seu site, ou seja, não são seres humanos e sim algoritmos, programas automatizados para essa tarefa. Então podemos concluir que a parte visual do seu site não tem muita importância para o Google, pode ter importância para você, mais o Google irá ignorar cor, animação, flash, e outros gráficos do seu site, não quero dizer que não é importante, apenas dizendo que o Google não dá relevância. O Google é como uma pessoa cega que ler seu site como se fosse um livro em Braille, então você que pensa em ter seu site no topo do Google esqueça um pouco a parte visual e comece a estudar SEO. Veja aqui como Fazer SEO em seu Site ou Blog.</p>
<p>Quer ser um SEO? Então comece a Pensar como o Google pensa!<br />
Então, oque é o Ranking?</p>
<p>Um ranking de um motor de busca é a listagem de uma página web e o posicionamento relativo em uma página de resultados (muito conhecido como SERP) para uma determinada consulta. Como exemplo no Google você realiza uma pesquisa e ele te retorna como padrão uma página com 10 resultados, esses resultados são os que o Google considera os mais relevantes para aquela determinada pesquisa, onde é ordenada por importância relativa, isso é o ranking de pesquisa, para uma determinada pesquisa.</p>
<p>As páginas da web mais relevantes e mais importantes estão listadas em ordem decrescente. Para o Google a relevância da página depende da forma como uma página “corresponde” a uma busca da palavra especifica. A importância da página, por outro lado depende também da qualidade do conteúdo e da quantidade de links que apontam para sua página a partir de outras páginas da web (conhecido como Link Building em SEO, hoje é muito importante para se ter uma boa posição no Google, e é muito usado em SEO). Se seu site não está aparecendo entre os 30 melhores para sua categoria mais importante ou assunto, começar a se preocupar, ou então comece a realizar técnicas de SEO, para subir no Google, pois se não está aparecendo pelo menos na terceira página do Google com certeza não está ganhando muito tráfego do Google. Muitas pessoas nunca vão até a segunda página de resultado de busca, então é crucial estar entre o TOP 10 do Google.<br />
Quando o Google visita meu site?</p>
<p>Para seu site está listado no banco de dados do Google ou índice, o Google visita seu site usando programas automatizados chamados robôs ou spiders. Esses programas lêem todas as páginas do seu site, começando geralmente da pagina inicial (home Page), e em seguida, vai seguindo cada link para toda as outras páginas da web em seu site. Quando um robô ou spider visita seu site, diz-se que o crawler ou spider indexou seu site.</p>
<p>Importante: O Google não irá adicionar uma página da web ao seu índice a menos que haja pelo menos uma outra página da web em seu índice que liga a uma das suas páginas da web. Então não se preocupe em submeter seu site diariamente ao Google. O necessário é obter um outro link de um site diferente para seu site.</p>
<p>A indexação das paginas é realizado pelo Google Spider, chamado de Googlebot. O Google atualiza seu índice principal regularmente e agora tende a ir com uma atualização mais continua, embora as atualizações mensais continuem a acontecer. Essas atualizações geralmente maiores correspondem a grandes mudanças no algoritmo de classificação. Então quanto mais popular seu site, mais frequentemente ele será rastreado pelo Google. Essa atualização do índice é geralmente baseados em conteúdo que o Google tem armazenado em cachê ou armazenados em seu banco de dados. Devido à natureza do processo de atualização, cálculos de rankigns são realizadas várias vezes para página cachê de cada site. Por causa do grande numero de páginas, esses cálculos podem levar um tempinho.</p>
<p>Importante: É fundamental que seu site esteja funcionado perfeitamente, quando o Google visitar ele, e o seu site está off, a sua listagem no Google pode desaparecer até a próxima atualização, a razão é que o Google acha que o seu site já não existe e pode removê-lo do índice. Se estiver interessado, pode consultar os seus arquivos de log do servidor para o user-agent “Googlebot”. Isto irá dizer quando o Google rastreia o seu site.<br />
Como o Google Ranqueia paginas da Web?</p>
<p>O Google usa um sofisticado e proprietários para ranquear websites, ele usa mais de 100 diferentes critérios no cálculo, cada um dos quais é dado um peso especifico que pode mudar ao longo do tempo. Com a mudança dos algoritmos as técnica especificas que costumava funcionar, com o tempo pode não funcionar tão bem. Por estas razões, as vezes seu site parece mudar de posição, constantemente. Por isso otimizar seu site não deve ser considerado como uma tarefa feita uma única vez. Você deve sempre tentar, testar e refinar seus esforços. Veja também como criar um meta description tag de qualidade.</p>
<p>O algoritmo do Google pode ser dividido em dois fatores:<br />
Fatores On-Page (Keywords)</p>
<p>Alguns fatores envolvem a forma de como, onde e quando são utilizadas as palavras-chaves.  As vezes seu site é otimizado para a palavra-chave escolhida, e se essas mesmas palavras-chaves aparecessem em links que apontam para paginas em seu site. Esse é um fator chave que determina a relevância da página.</p>
<p>Fatores Off-page (link)</p>
<p>Isso inclui a quantidade e a qualidade dos links que apontam para seu site. Os links determinam a importância da página e estão fortemente relacionados com o Google PageRank (PR). O Google busca em seu índice, páginas que são relevantes e importantes para determinada busca de um termo ou frase, e, em seguida apresenta os resultados em ordem decrescente, onde será mostrado 10 resultados.<br />
On-Page –  Fatores de Relevância</p>
<p>As keywords sempre estão relacionadas com termos de pesquisa, tanto é que as pessoas digitam nos buscadores, palavras e frases para encontrar informações especificas. A maioria das pessoas digitam em média de 2 a 5 palavras no Google para encontrara o que procura. O Google, por sua vez analisa todas as páginas em seu índice e lista as páginas que contém os termos de busca. Cada site geralmente contém uma ou duas palavras-chave que se repetem com mais freqüência do que outras em todo site. Essas palavras-chave dita o “tema” de um site. Então quanto melhor você definir o nicho do seu site, e quanto mais otimizar o uso das palavras-chaves que esteja relacionado com o nicho do seu site, melhor será a relevância do seu site, e isso irá influenciar bastante o seu ranking no Google. O Google determina as páginas da web mais relevantes com base em uma pesquisa de hipertexto e análise do seu site e de outros sites que contêm links para seu site. O Google olha para ver se o texto de um link (parte clicável) que aponta para o seu site tem as palavras-chaves relacionas com o titulo da sua página.<br />
Off-Page Fatores de PageRank e Relevância da Pagina</p>
<p>A relevância da página tem tudo a ver com quantidade, qualidade e força de links externos, está parte do algoritmo é chamada de PageRank do Google. O Google procura por links que apontam para o seu site em outros sites. O Google acredita que um link do site A para o site B é um “voto” para o site B, é onde o site B ganha relevância para o Google, então se você realiza práticas de SEO essa é uma dica, consiga links de qualidade para seu site. Desta forma outros sites irão adicionar mais votos ao seu site, que por sua vez ajuda aumentar o PageRank do seu site. Cada página do seu site tem um PageRank, o mais alto é o da home Page, pois geralmente as pessoas linkam mais para sua home, em vez de linkar para outra página em seu site. Quanto mais sites apontarem para o seu, melhor para você, pois o Google achará que o seu site é mais importante ainda, com isso você pode ter um valor mais elevado ainda no seu PageRank. Mais não é somente ter vários sites apontando para seu, pois o Google considera quantidade e qualidade, então nem todos os links serão considerados. No entanto, tenha em mente que PageRank é apenas um fator (embora importante) usando no ranking do Google. Sites que são relativamente bem otimizados para determinadas palavras-chave pode está acima de um site que é menos otimizado, mas têm PageRank alto, ou seja não é só o PageRank que conta no ranking do Google, otimize o seu site usando técnicas de SEO e tenha uma boa posição no Google.</p>
<p>Nota: Quando os SEOs falam em aumentar sua popularidade da ligação, eles são geralmente estão falando sobre o aumento da quantidade e qualidade de links para seu site, geralmente através de um esforço recíproco da troca da ligação.</p>
<p>Dica de SEO, Top 5 critérios que o Google Utiliza</p>
<p>Embora o Google trabalha com mais de 100 critérios diferentes (que podem mudar em importância ao longo do tempo) para rankear os sites, aqui vai cinco aspectos ou dicas que estão sendo bem consideradas pelo Google atualmente. Há outros elementos que também são importantes, mais abordaremos apenas 5, veja a seguir a lista em ordem aproximada de importância:<br />
1. Palavras-chave usadas no título de suas páginas (Entre as tags ).<br />
2. Palavras-chave usadas nos títulos (h1) e no primeiro parágrafo de suas páginas.<br />
3. Palavras-chave usadas no texto do link, tanto em seu site e em outros sites.<br />
4. O valor PageRank (PR) de suas páginas, que por sua vez é dependente do número de links que apontam para o seu site a partir de outros sites.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><em>Uma coisa que vem sendo muito considerada também é a relevância do seu conteúdo, se ele é original ou é copy past. Então fique atento, se gostou das dicas de SEO, clique no Like, de um Retweet e não se esqueça de me dar um +1 do Google.</em></span></p>

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		<title>Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
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Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas Veja o post original em : Blog Ubis Internet Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-4-pilares-do-marketing-digital-para-pequenas-empresas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.</p>
<p>Uma boa dica para as pequenas e médias empresas que pretendem investir em marketing digital é começar com a aplicação de quatro princípios que considero como os pilares fundamentais de ações em marketing digital: planejamento, conteúdo, relacionamento e monitoramento. Cada um deles merece, no mínimo, um post inteiro. Porém, neste artigo vou aborá-los minimamente, fornecendo uma visão geral de cada um.</p>
<p><span id="more-387"></span></p>
<p><strong>1. Planejamento </strong></p>
<p>Este é o ponto chave e do qual dependem todos os demais. O planejamento irá fornecer a base para toda e qualquer ação de marketing – digital ou não. É um erro pensar que planejamento é algo que diz respeito apenas ao futuro. Um bom planejamento deve englobar aspectos do passado e do presente para, então, garantir o preparo adequado para enfrentar o futuro. Planejamento, portanto, é um exercício de paciência, que envolve cautela, estratégia e uma dose de intuição.</p>
<p>Uma das grandes dificuldades que se tem atualmente em termos de planejamento reside na necessidade de integração online/off-line. Muitas empresas enxergam no marketing digital uma fórmula mágica para seus problemas e esperam das agências, dos freelancers – ou seja lá de quem esteja responsável por isso no momento – ações que atendam aos seus utópicos objetivos, esquecendo que antes das ações, vem o planejamento e este precisa estar alinhado ao plano de marketing da empresa, plano este que muitas das pequenas e até médias empresas sequer possuem.</p>
<p><strong>2. Conteúdo </strong></p>
<p>Produzir e compartilhar conteúdo relevante para o seu público-alvo. E o que é ser relevante? Relevante é aquilo que tem importância, ou seja, algo que vai fazer a diferença quando o consumidor escolhe o que vai prestar atenção entre os diversos conteúdos concorrentes em seu mural do Facebook ou na timeline do Twitter. A relevância é o que faz a diferença entre o curtir ou não uma determinada publicação, entre retwittar ou não um determinado link, ou mesmo emitir ou não um comentário. Em suma, é o que gera o engajamento. Assim, como a relevância difere de pessoa para pessoa, conhecer o seu público-alvo é fundamental.</p>
<p><strong>3. Relacionamento </strong></p>
<p>Aqui quero comentar a respeito das relações que a empresa desenvolve com os seus clientes – reais e potenciais – focadas na presença digital. Como comentei no artigo &#8220;O cliente quer se sentir amado&#8221;, antes um bom bar ou restaurante era aquele em que os garçons sabiam o nome do cliente e, de quebra, seu pedido mais habitual. Nas mídias sociais pode-se reproduzir de certa forma esse ambiente, na medida em que é possível – através de mensuração e monitoramento – conhecer melhor o seu público-alvo por meio do que ele compartilha, de como interage, o que pensa, o que gosta ou não. Além disso, o relacionamento é eficiente quando o cliente é “ouvido” e tem respostas rápidas e eficazes aos seus pedidos. As marcas precisam – antes de imaginar grandiosas ações, ou o que é mais comum atualmente, excelentes virais – se preocupar em construir relacionamentos com seus consumidores.</p>
<p>Ainda falando em relacionamento, é preciso entender também que relacionamento não se faz apenas por meio de redes sociais. Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc., são excelentes formas de se estar presente no universo digital dos clientes, porém não são as únicas. O investimento e as ações em redes sociais devem estar alinhados a uma estratégia maior, que pode incluir e-mail marketing, SEO, games, entre outras. E as estratégias digitais, por sua vez, devem estar alinhadas com o plano de marketing da empresa.</p>
<p><strong>4. Monitoramento </strong></p>
<p>Parte fundamental do processo, o monitoramento engloba as métricas e a importância de se ter dados confiáveis e mensuráveis para avaliar o retorno concreto das ações de marketing digital. As métricas podem ser obtidas por meio de diversas ferramentas, grande parte delas fornecidas gratuitamente pelo Google. Além disso, o monitoramento deve ser segmentado, ou seja, incluir o monitoramento da marca, monitoramento da concorrência e monitoramento de mercado.</p>
<p>Como se vê, presença digital não se resume a ter um site ou, o que é pior, um e-mail e um Twitter &#8220;para promoções e sorteios&#8221;. Estar, de fato, presente no ambiente digital, não é algo tão simples como se imagina e requer atenção, conhecimento e investimento para, de fato, dar retorno. Nesse sentido, talvez a dica mais útil que se possa oferecer às pequenas e médias empresas com relação ao uso dos meios digitais é: não caia na tentação do &#8220;faça você mesmo&#8221;, busque um profissional. Qualquer um pode fazer um sorteio e conseguir muitos seguidores para um perfil do Twitter ou curtidas em uma fanpage no Facebook, mas a verdadeira pergunta é: será que eles continuarão a se interessar pela sua empresa depois que os sorteios acabarem?</p>

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		<title>Os 15 sites que mudaram a história</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 13:00:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/">Os 15 sites que mudaram a história</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
Os 15 sites que mudaram a história Veja o post original em : Blog Ubis Internet Em comemoração aos 15 anos de WWW, o jornal inglês The Guardian publicou uma listagem dos sites que, segundo seu critério editorial, mudaram, revolucionaram &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/os-15-sites-que-mudaram-a-historia/">Os 15 sites que mudaram a história</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Em comemoração aos 15 anos de WWW, o jornal inglês <a href="http://www.guardian.co.uk/">The Guardian</a> publicou uma listagem dos sites que, segundo seu critério editorial,   mudaram, revolucionaram a história da web. A lista é a seguinte:</p>
<p><a name="more"></a><a name="more" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3753760577423806368&amp;postID=6741069309597773043"></a></p>
<div>1 &#8211; <a href="http://www.ebay.com/">www.eBay.com</a> &#8211; É o maior site de leilões do mundo, a impressionante quantidade de   usuários é proporcional a população de nosso país, 180 milhões. Foi   fundado em 1995.</p>
<p>2 &#8211; <a href="http://www.wikipedia.org/">www.wikipedia.org</a> &#8211; A maior  e mais importante enciclopédia online. Está aberta às  modificações de  qualquer usuário registrado, eu mesmo já acresci/editei  vários tópicos  por lá. Recebe cerca de 900.000 visitas por dia.</p>
<p>3 &#8211; <a href="http://www.napster.com/">www.napster.com</a> &#8211; Site criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shawn_Fanning">Shawn Fanning</a> em 1999, então com 19 anos, que foi um dos iniciadores da febre de   compartilhamento de arquivos. Depois de ter vários problemas legais com   gravadoras, produtoras, etc converteu-se para um serviço pago.   Atualmente possui cerca de 500.000 assinantes.</p>
<p>4 &#8211; <a href="http://www.youtube.com/">www.youtube.com</a> &#8211; Um dos maiores fenômenos de comunicação digital dos últimos anos. Foi criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chad_Hurley">Chad Hurley</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_Chen_%28YouTube%29">Steve Chen</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jawed_Karim">Jawed Karim</a> em 2005 e adqüirido pelo Google no ínicio deste mês (11/2006) pela   bagatela de 1,65 bilhão de dólares, registrando um novo recorde na   valorização de sites de mídia gerados por usuários. Seus usuários   visualizam 100 milhões de videos por dia.</p>
<p>5 &#8211; <a href="http://www.blogger.com/">www.blogger.com</a> &#8211; Este sistema de publicação de blogs foi fundado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Evan_Williams_%28blogger%29">Evan Williams</a> em 1999. Conta com mais de dezoito milhões de usuários. Foi um dos propulsores do fenômeno do blog.</p>
<p>6 &#8211; <a href="http://www.friendsreunited.com/">www.friendsreunited.com</a> Não muito conhecido em nosso país ainda, talvez pela barreira do   idioma. Foi fundado em 2000 pelo casal Steve e Julie Pankhurst para   reunir velhos amigos de escola. Foi um sucesso quase instantâneo.</p>
<p>7 &#8211; <a href="http://www.drudgereport.com/">www.drudgereport.com</a> &#8211; Site muito considerado como meio de comunicação nos EUA. Sua fundação remonta a 1994 pelo, então polêmico, jornalista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Matt_Drudge">Matt Drudge</a>.</p>
<p>8 &#8211; <a href="http://www.myspace.com/">www.myspace.com</a> &#8211; O precursor  das redes sociais tipo Orkut. A possibilidade de subir  arquivos de  áudio atraiu mais de dois milhões de novas bandas de música.  O Myspace  conta com mais de cem milhões de usuários.</p>
<p>9 &#8211; <a href="http://www.amazon.com/">www.amazon.com</a> &#8211; O Amazon foi criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jeff_Bezos">Jeff Bezos</a> em 1994. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. O Amazon inclui, igualmente, o <a href="http://alexa.com/">Alexa</a> onde você poderá encontrar o ranking de sua página no mundo ou no Brasil, e o <a href="http://a9.com/">a9.com</a> um bom site de busca. Possui mais de 35 milhões de clientes em 250 países.</p>
<p>10 &#8211; <a href="http://www.slashdot.org/">www.slashdot.org</a> &#8211; É  considerado um dos sites mais importantes sobre notícias  tecnológicas. É  visitado por mais de, acreditem ou não, 5 milhões de  pessoas por dia.</p>
<p>11 &#8211; <a href="http://www.salon.com/">www.salon.com</a> &#8211; Trata-se de  uma revista online e ao mesmo tempo uma companhia dos  meios de  comunicação. O projeto foi iniciado por David Talbot em 1995.  Seu site  recebe entre 3 milhões a 4 milhões de visitantes únicos ao mês.</p>
<p>12 <a href="http://www.craigslist.org/">www.craigslist.org/</a> &#8211; Uma  rede centralizada de comunidades urbanas online. O site possibilita o  compartilhamento sem discriminação ou condicionamentos.</p>
<p>13 &#8211; <a href="http://www.google.com/">www.google.com</a> &#8211; Criado em 1998 por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page">Larry Page</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin">Sergey Brin</a>.   Nasceu como um motor de buscas da internet, e se transformou numa das   companhias de maior crescimento de toda a história. O Google recebe  mais  de 1 bilhão de consultas ao dia.</p>
<p>14 &#8211; <a href="http://www.yahoo.com/">www.yahoo.com</a> &#8211; É considerado  como o site individual que mais recebe visitas na web,  com 3.400  milhões de hits por dia. Fundado em 1994 por David Fio e  Jerry Yang,  ainda então formandos da Universidade de Stanford. Nos  últimos anos se  viu eclipsado com a aparição do Google.</p>
<p>15 &#8211; <a href="http://www.easyjet.com/">www.easyjet.com</a> &#8211; Trata-se  da primeira companhia área britânica em oferecer passagens  de baixo  custo através da Internet. Graças a seu sistema claro e  singelo, ganhou  a confiança online de muitos clientes. Em 2005 foi  utilizado por 30  milhões de passageiros.</div>

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		<title>Marketing pessoal: você é o melhor produto</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 13:00:50 +0000</pubDate>
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Marketing pessoal: você é o melhor produto Veja o post original em : Blog Ubis Internet Aprenda a se destacar no mercado usando princípios de venda e publicidade Por Clarissa Janini O que faz com que uma pessoa comum se &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/marketing-pessoal-voce-e-o-melhor-produto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Aprenda a se destacar no mercado usando princípios de venda e publicidade</p>
<p>Por Clarissa Janini</p>
<p>O que faz com que uma pessoa comum se destaque em meio a tantas outras?  Muitos podem dizer que se trata de “brilho pessoal”, mas um fato é  indiscutível: pessoas notórias chamam mais atenção porque possuem alguns  atributos mais bem desenvolvidos do que a maioria – simpatia,  extroversão, credibilidade, entre outras características que as tornam  um imã social. Profissionalmente, é possível tornar-se “popular” no  mercado e alavancar a carreira incorporando algumas atitudes e hábitos. O  marketing pessoal, conceito que aplica os princípios do marketing às  pessoas, é uma grande tendência nos dias de hoje. Fazer de si mesmo um  bom produto e saber vendê-lo às empresas é requisito fundamental para  garantir sua empregabilidade daqui em diante. Conhecimentos técnicos  são, atualmente, apenas a base da construção de uma carreira  bem-sucedida – o diferencial entre um profissional e outro está, na  realidade, em suas atitudes e capacidade comunicativa.<br />
<span id="more-379"></span><br />
Em palestra realizada na ExpoManagement 2005, o coordenador do curso de  marketing da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo), Eder Polizei,  abordou o tema e ensinou como aplicar o marketing pessoal corretamente  no dia-a-dia. Para tanto, introduziu alguns conceitos do marketing  tradicional e os adaptou aos hábitos profissionais. “No marketing, o  produto ou serviço não existem; o que o consumidor compra, na realidade,  é o benefício que eles trazem”. Sendo assim, você precisa apresentar os  benefícios que pode trazer a todos que fazem parte do seu círculo  profissional, desde o selecionador até o chefe e colegas de trabalho.  “Um currículo ‘robusto&#8217; deve transmitir para o entrevistador eficácia,  desenvoltura e lucro”, diz. Se você já está empregado, não deixe de  exercer a prática dentro do ambiente de trabalho para ser percebido e  subir ainda mais degraus na carreira.</p>
<p><strong>Como chegar lá</strong></p>
<p>No início da palestra, o coordenador procurou quebrar alguns  preconceitos existentes sobre o marketing pessoal. “O termo está  banalizado e é freqüentemente usado como sinônimo de pessoas  exibicionistas e ‘pavões&#8217;”. Ele lembra que o exagero pode, ao invés de  aproximar, afastar as pessoas e as chances de ser reconhecido. “O pavão  de hoje é o espanador de amanhã”. Aplicar os conceitos de marketing  pessoal sem erro requer preparo e conhecimento da área. No marketing  tradicional, há quatro pontos fundamentais, os quatro “Ps”: produto,  preço, ponto de venda e promoção. “No marketing pessoal, podemos adaptar  da seguinte maneira: o produto é o profissional, o preço é o salário, o  ponto de venda é a área de atuação e a promoção é a comunicação”.  Aprenda, abaixo, como incorporar esses preceitos à sua carreira.</p>
<p><strong>Produto (profissional)</strong> – Para ser notável, você  precisa, antes de tudo, possuir características de um verdadeiro  talento. “Pessoas talentosas são criativas, hábeis, confiáveis,  batalhadoras e bem-humoradas. Mas devem tomar cuidado com a falta de  disciplina, pois geralmente apresentam problemas na execução de  tarefas”. Outra competência imprescindível é possuir conhecimentos  múltiplos e saber trabalhar em diferentes estruturas. “Tem que saber o  básico de tudo e se destacar em algum ponto”, afirma Polizei.</p>
<p><strong>Preço (salário) </strong>– Na hora de estipular um valor médio  para seu salário, não tenha medo de elevar a quantia. “Nós sempre  associamos o mais caro à melhor qualidade. Portanto, não aceite qualquer  proposta”. Mas e no caso de um profissional em início de carreira, sem  experiência? O palestrante recomenda, então, o “esquema traficante: no  começo é baratinho, mas depois encarece”.<br />
<strong><br />
Ponto de venda (área de atuação)</strong> – Sua área de atuação deve ser  bastante extensa, abrangendo além do local de trabalho. Uma dica  importante apontada por Polizei é sempre tratar bem as pessoas ao seu  redor, ser solícito e educado. “Pense nas pessoas em relação ao amanhã,  você nunca sabe o que pode acontecer”. Ser expansivo também é  fundamental para ampliar os horizontes, e lembre-se de se posicionar nos  lugares certos, sempre.</p>
<p><strong>Promoção (comunicação)</strong> – Comunicação é a alma do  negócio, nos dias de hoje – independentemente de seu campo profissional.  Manter uma rede de relacionamentos e alimentá-la constantemente é  essencial, “mas cuidado para não ser um bom falante e mau executor”. O  palestrante lembra que o êxito na carreira consiste em ser e parecer um  bom profissional, pois as aparências não duram muito tempo &#8211; você terá  de provar sua competência cedo ou tarde.</p>
<p>A adequação do traje de trabalho tem a ver com a atividade, com o local e  o horário em que será usado. Se não for um uniforme obrigatório, segue o  que se recomenda para o traje em geral: considerar a idade e o físico  da pessoa, combinar com a cor dos seus cabelos e da sua pele. Mas neste  caso a roupa de trabalho, sofre ainda mais alguns controles: deve  guardar uma certa harmonia de nível entre os empregados no sentido de  que algum deles não exceda em luxo aos colegas, e sobretudo ao chefe.  Porém, não há medidas para o bom gosto. Este não depende de luxo nem  precisa respeitar hierarquias. No trabalho, é considerado inadequado  para a mulher roupas que são coladas ao corpo, curtas e sem mangas, com  decotes grandes ou em tecidos transparentes ou brilhantes; a blusa deve  ser opaca o bastante para esconder as costuras e alças do sutiã. Tecidos  grossos demais, certos conjuntos de jeans, veludos, roupa de couro,  parecem diminuir o dinamismo e facilitar uma aparência de ineficiência.  São mais próprias roupas fartas, dentro do seu figurino, evitando cores  baratas (preto, marrom, ou coloridos ralos, de pouca tinta), como também  estamparia de desenho muito graúdo (grandes retângulos, grandes  círculos, grandes folhas, etc.). Salvo quando a natureza do trabalho  recomendar o contrário, é mais conservador e clássico o uso de saias, em  vez de calças compridas. Melhor seguir a moda depois que esta estiver  bem assente, ou bem aceita. Os caprichos da última moda sempre parecem,  inicialmente, extravagância e mau gosto; por isso não é uma boa idéia  para a mulher, ser muito vanguardeira em seus trajes de trabalho.</p>
<p>As meias compridas são um acessório importante para a elegância, desde  que não sejam espessas e chamem atenção como se fossem meias  ortopédicas. Quanto a jóias e bijuterias, no trabalho é conveniente usar  o mínimo em tamanho e quantidade. Brincos discretos e pequenos, cintos  não muito largos, principalmente se forem de couro cru ou cadeia de  metais. Certa vez fui atendido em uma livraria nos Estados Unidos pela  própria dona da loja. Usava em uma das mãos um anel com uma grande  pedra, e na outra um chuveiro com cinco brilhantes de meio quilate cada  um. Elogiei a beleza da ametista, mas ela respondeu secamente: é um  rubi. Abstive-me de comentários sobre os brilhantes, mas pensei no  quanto ela parecia ter vindo de uma grande noitada diretamente para sua  livraria.</p>
<p>Os sapatos nunca são de plataforma alta, ou de salto muito alto; melhor  que sejam delicados e de salto médio, e estejam sempre limpos, assim  como a bolsa. Se a mulher tem que caminhar muito entre o local onde  estaciona seu carro ou desembarca do transporte coletivo, e o local do  trabalho, não precisa estragar pelas calçadas os sapatos de sua toilete.  Pode utilizar um calçado robusto, adequado para a caminhada, que não  prejudique muito a sua elegância, e levar em uma pequena sacola aquele  que usará no trabalho. Porém, usar para esse trajeto um tenis e meias  brancas e curtas – como vi em Nova Yorque –, é um contraste muito  desagradável de se ver.</p>
<p>Roupa, sapatos e bolsa de cor branca devem ser evitados nos meses frios ou nos dias chuvosos.</p>
<p>Para o homem valem recomendações bem parecidas. O uso de paletó e  gravata é praticamente obrigatório como paramento da autoridade, tanto  pública como privada. O modo de vestir-se de uma autoridade é sempre  conservador. Os ternos são em cores escuras, listados ou não, a camisa  branca, raramente azul claro, com punhos simples ou duplos, sapatos  clássicos, de laço ou de fivelas, meias escuras e gravatas  conservadoras. Tanto no governo quanto em empresas privadas os  funcionários do alto escalão de chefia, podem usar blazer, mantendo a  gravata. Em qualquer dos casos, a camisa a ser usada com o paletó é  sempre de mangas compridas. O punho deve ultrapassar a ponta da manga do  paletó cerca de 1 a 1,5 cm, ficando cobertas as abotoaduras ou o botão  do punho da camisa. Esta, ao nível das assessorias, pode variar a cor,  mantendo-se o bom gosto da combinação; os sapatos podem ser mocassins  com borlas.</p>
<p>Fora do escalão das autoridades, públicas ou privadas, e das suas  assessorias, os homens comumente usam, no máximo, paletó esporte de cor e  padrão discretos, com gravata. As camisas coloridas, com colarinho e  punhos brancos, são um tanto pretensiosas e por isso o seu uso resvala  para os limites do mau gosto.</p>
<p>Jalecos usados em consultórios, hospitais, laboratórios e oficinas não  interferem na vestimenta, exceto por dispensarem o paletó ou o blazer.  Os homens usam o jaleco sobre a camisa com gravata, as mulheres usam  diretamente sobre o vestido ou a blusa. Ao sair do ambiente de trabalho,  o jaleco ou o guarda-pó deve ser despido, porque não é parte do traje  social e sua função é restrita ao local da atividade.</p>
<p>Os suspensórios são pouco usados atualmente, e as calças vêm com alças  para os cintos. Se o homem prefere manter as calças em posição com o uso  de suspensórios, deve usar um cinto folgado para ocupar as alças, ou  então mandar removê-las, ou encomendar calças a um alfaiate, sem esse  detalhe.</p>
<p>Os jeans nunca deixam de trair suas origens; ficam melhor para o  trabalho no campo, no quintal, ou no jardim e nas oficinas. Sequer para o  trabalho em um atelier de arte, um estúdio de fotografia, balcão de  loja, ficam lá muito bem.</p>
<p>Não se usam meias claras ou brancas com sapatos escuros. As meias nunca  devem ser de cano curto, pois deixam parte das pernas à vista quando o  homem se senta. Sapatos engraxados – não se deve dar chance a que alguém  de saber de onde o outro vem, pelo barro nos seus sapatos –, roupas  limpas e passadas, sem manchas, rasgos ou falta de botões, é um  mandamento básico.</p>
<p>Rubem Queiroz Cobra</p>
<p>Texto impresso original depositado no Escritório de Direitos Autorais da  Biblioteca Nacional, o que permite que o Site COBRA PAGES seja citado  em qualquer trabalho de divulgação de suas matérias. Para citar este  texto: Cobra, Rubem Q. &#8211; Vestuário: ambiente de trabalho. Site  www.cobra.pages.nom.br, INTERNET, Brasília, 2003  (&#8220;www.geocities.com/cobra_pages&#8221; é &#8220;Mirror Site&#8221; de  www.cobra.pages.nom.br).</p>

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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 13:05:44 +0000</pubDate>
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Porque minha empresa precisa de um site? Veja o post original em : Blog Ubis Internet Hoje a Internet é mais utilizada como um canal de entretenimento e diversão. Já foi um sistema estratégico militar, depois restrito a pesquisas e &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/porque-minha-empresa-precisa-de-um-site/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p>Hoje a Internet é mais utilizada como um canal de entretenimento e diversão. Já foi um sistema estratégico militar, depois restrito a pesquisas e desenvolvimento de tecnologias. E depois, para onde caminhará?A internet teve seu &#8220;boom&#8221; no século passado, em meados da década de 90. Antigo isso, não é?Não se considerarmos que 1995 foi há 12 anos apenas. Mas quando se trata de tecnologia e informação, 6 meses é muito tempo.</p>
<p>Se considerarmos os avanços e desenvolvimento que a internet sofre diariamente, podemos ter uma vaga noção de como podemos tirar proveito dela para, por que não, aumentar o faturamento de uma empresa.</p>
<p><span id="more-375"></span></p>
<p>Hoje, com a mundialização (é isso mesmo, globalização já é coisa do passado) que a internet proporcionou, não existem mais empresas pequenas ou grandes. Um site bem desenvolvido, com um design atraente e funcional pode tornar uma fábrica de &#8220;fundo-de-quintal&#8221; em exportadora, ao lado de gigantes do mercado. Para isso basta um sistema de produção e logística bem definida e os produtos podem ir e vir de qualquer lugar do planeta.</p>
<p>Mas como podemos tornar um site apresentável?</p>
<p>O primeiro passo é ter em mente que a internet, acima de tudo, é um canal de comunicação direta com seus clientes/consumidores. Para termos um site funcional é preciso que ele dê retorno aos seus usuário/visitantes.</p>
<p>Portanto para que possamos manter contato com nosso público, temos que saber o que querem e responder às suas dúvidas com rapidez! O investimento em internet é de baixo custo se comparado com a aquisição de maquinas e profissionais e pode trazer o mesmo retorno ou maior.</p>
<p>Mas, para que ter um site de minha empresa? Eu não tenho pretensão de exportar meus produtos ou serviços.</p>
<p>Lembre-se da máxima da propaganda: &#8220;se você não é visto, não é lembrado&#8221;. Se você não está na internet, pode passar por situações constrangedoras, como colocar seu e-mail &#8220;grátis&#8221; no cartão que irá entregar ao representante de uma multinacional, ou mesmo para o Sr. João que é um cliente antigo de seu produto e que vai mostrar o tal cartão para alguém como referência. Certamente irão pensar: &#8220;Nossa, uma empresa tão respeitada e não tem um site?&#8221; Pode parecer uma bobagem, mas acontece com freqüência.</p>
<p>A necessidade de estarmos conectados há internet, de termos um endereço virtual é uma necessidade crescente para qualquer organização que queira estar no mercado pelos próximos anos. É algo que depende de poucos recursos e uma grande vontade de crescer e progredir profissionalmente.</p>
<p>Como fazer para ter um site?</p>
<p>Simples: existem várias empresas e profissionais que podem desenvolver um para você, com tecnologias capazes de colocar seu produto na frente de seu cliente com um clique. O comércio eletrônico no Brasil, já movimenta uma economia de mais de R$ 5 bi e que vem crescendo a cada dia. A entrada de empresas &#8220;.com&#8221;, no mercado, só torna a necessidade de um site para as empresas essencial.</p>
<p>Porém, só isso não basta, é preciso que os clientes saibam que estamos na internet e a melhor forma de fazer isso é acrescentando em todos os materiais impressos da empresa o endereço do site.</p>
<p>Mas cuidado, um site cheio de pirotecnias pode espantar seu cliente. Para isso temos os profissionais certos para cuidar da parte visual de sua empresa. Você lembra que &#8220;uma imagem vale mais que mil palavras&#8221;? Na internet isso é mais verdadeiro ainda!</p>
<p>Os designers para web, ou mesmo os designers gráficos que se especializam nesse segmento, são responsáveis por apresentar sua empresa de forma adequada, mantendo sua imagem real no mundo virtual. Eles são as pessoas mais indicadas para nos dizer como a empresa deve se portar perante aos seus clientes virtuais para que possamos trazer, de maneira agradável, produtos, serviços, promoções, etc.</p>
<p>Sempre que for executar alguma reformulação, ou mesmo criar um novo site para sua empresa, procure quem pode te dar as orientações corretas. O filho do amigo do vizinho do seu filho pode até ser legal e manusear muito bem o computador, mas ele não tem referencial teórico e prático para poder desenvolver um trabalho profissional e com as características que sua empresa precisa para transmitir respeito e credibilidade necessários.</p>
<p>Um profissional de design não custa muito e é um investimento para sua empresa pois lhe trará retorno, além de deixar sua imagem bem mais bonita!!!</p>

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		<title>O futuro da internet e computadores</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 13:00:57 +0000</pubDate>
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O futuro da internet e computadores Veja o post original em : Blog Ubis Internet Apesar de ser mais fácil fazer o futuro do que prevê-lo, segundo Alan Kay, tentarei trazer aqui alguns fatos que estão acontecendo pelo mundo para &#8230; <a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/o-futuro-da-internet-e-computadores/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpbuzzer_button" style="float: right;margin:-4px 0 0 5px;"><a title="Post on Google Buzz" class="google-buzz-button" href="http://www.google.com/buzz/post" data-button-style="normal-count" data-url="http://blog.ubis.com.br/2011/06/o-futuro-da-internet-e-computadores/" data-imageurl=""></a><script type="text/javascript" src="http://www.google.com/buzz/api/button.js"></script></div><p><a href="http://blog.ubis.com.br/2011/06/o-futuro-da-internet-e-computadores/">O futuro da internet e computadores</a> Veja o post original em : <a href="http://blog.ubis.com.br">Blog Ubis Internet</a></p>
<p>Apesar de ser mais fácil fazer o futuro do que prevê-lo, segundo Alan Kay, tentarei trazer aqui alguns fatos que estão acontecendo pelo mundo para observarmos algumas tendências. No quesito internet estamos vendo cada vez mais o conceito de cloud computing se estabelecendo, as empresas como Google, Yahoo, Microsoft, Amazon e IBM oferece serviços, armazenamento e processamento de dados. Na ponta do iceberg temos os serviços de desktop virtuais que já foi mostrado por aqui como grandes promessas, mas não percebemos que já existe uma grande quantidade de serviços e aplicações que já utilizam esse conceito de cloud computing: Flickr, Youtube, Gmail, Google Docs, Slideshare são alguns exemplos.<br />
<span id="more-372"></span> Mas se você ainda está confuso sobre o conceito e quais impactos dessa tecnologia, vamos esclarecer. Para usuários comuns como eu e você o maior impacto é que teremos serviços e armazenamento disponível a qualquer hora e em qualquer lugar, podemos acessar nossas fotos, vídeos, arquivos, apresentações e até mesmo softwares como é o caso do Google Docs. Não precisamos nos preocupar com licenças, se existe espaço disponível no PC, se ele terá problemas ou se perderei meus arquivos, estará tudo na Internet disponível para você. Para as empresas é um ganho imenso, não é necessário custo com servidores, manutenção e até energia pois os servidores e serviços estarão sendo oferecidos por terceiros.<br />
Para quem oferece os serviços também é proveitoso pois a manutenção e instalação de software será apenas nos seus servidores, não necessário mais ir até o cliente fazer a manutenção ou atualizar o software, reduzindo a equipe de manutenção e o stress com os clientes.<br />
Mas o que tudo isso causa de impacto nos computadores? A reportagem do Jornal Hoje mostra e também explica o termo cloud computing segundo a visão do Google. Os computadores irão mudar pois para utilizar esses serviços precisam apenas de acesso a Internet, pouco armazenamento e processamento. Aparelhos como iPhone e Smartphones já fazem isso, e o que podemos notar é a oportunidade de popularizar a Internet e os computadores já que eles não necessitarão de tantos recursos para utilizar os serviços. Projetos de laptops de baixo custo estão acontecendo mundo a fora para aproveitar essa mudança, aqui no Brasil inclusive existe esse esforço.<br />
Novos modelos de computadores começam a aparecer e a dar mais impulso ao conceito de computação onipresente, onde os computadores estarão ao nosso redor ou até mesmo no corpo das pessoas. Exemplos como o Jack PC começarão a aparecer cada vez mais.<br />
Para a TV traz um impacto grande, as pesquisas mostram que houve uma queda no interesse dos jovens pela TV nos EUA. É necessário uma TV interativa, de bom conteúdo e sem grandes complicações para o usuário, caso o contrário irá perder feio para a Internet, onde o usuário é quem manda, escolhe o que acessa e quando irá acessar o conteúdo, além de compartilhar e discutir esse conteúdo.</p>
<p>Já por aqui no Brasil&#8230;<br />
na Internet vemos falcatruas e leis retrógradas</p>

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